Créditos: Reprodução / Time

As mulheres são do movimento #MeToo, criado para denunciar casos de assédio sexual

Em 2016, a revista "Time" elegeu como a "personalidade do ano" o presidente Donald Trump, símbolo do retrocesso de direitos nos Estados Unidos. Mas, a escolha de 2017, demonstra que não dá mais para ignorar as vozes das mulheres. Desta vez, a publicação homenageou o movimento #MeToo, que denunciou o assédio sexual.

O grupo "The Silence Breakers" reúne diversas pessoas, em sua maioria mulheres, para trazer à tona as agressões sexuais cometidas pelo produtor de Hollywood Harvey Weinstein. Desde a criação do movimento, outras vítimas seguiram o exemplo compartilhando histórias de abuso e estupro.

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O grupo 'The Silence Breakers' reúne diversas pessoas, em sua maioria mulheres

"Esta é a mudança social mais rápida que vimos em décadas e começou com atos individuais de coragem por centenas de mulheres – e também alguns homens – que se apresentaram para contar suas próprias histórias", disse o editor-chefe da revista, Edward Felsenthal, ao "Today show", da NBC.

Neste ano, Trump ficou em segundo lugar no ranking e o presidente chinês, Xi Jinping, em terceiro. Em 2015, a chanceler alemã, Angela Merkel, foi a homenageada pela revista. Desde 1927, a "Time" faz uma capa especial com a escolha da personalidade do ano.

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