No dia 19 de outubro de 2016, a Agência Espacial Europeia conseguiu com sucesso colocar sua sonda TGO (Trace Gas Orbiter) e o módulo Schiaparelli na órbita gravitacional de Marte, porém o pouso em alta velocidade fez com que ela explodisse quando chocou-se com o solo.

Além dos europeus, a NASA, Agência Espacial Norte Americana, também pretende lançar seu robô em direção à Marte em 2020. Mas, porque os cientistas estão tão empenhados em estudar o planeta vizinho?

Montagem artística

Créditos: NASA

Chegada da missão ExoMars em Marte

A missão ExoMars pretendia usar a sonda TGO para rastrear o gás metano - em geral, encontrado na decomposição de compostos orgânicos -, o que indicaria a pré-existência de vida no planeta vermelho. Os cientistas acreditam que não seja possível encontrar seres vivos hoje, mas, sim, em bilhões de anos atrás. A evidência de que havia água por lá traz a esperança de que um dia organismos celulares, como os que iniciaram a vida na Terra, também pudessem ter surgido em Marte.

O Universo ao mesmo tempo que encanta, assusta pelas suas dimensões. Enquanto uma viagem para Marte tem duração de até 10 meses, para chegar em Júpiter, outro planeta vizinho de Marte (além da Terra), demora cerca de 5 anos. Estamos imersos em um gigantesco "mar" de planetas, estrelas, asteroides e infinitos outros corpos celestes.

A Terra é um dos oito planetas que compõem o Sistema Solar. Ao redor da órbita dos planetas há incontáveis corpos celestes menores e centenas de bilhões de cometas, todos circulando ao redor do Sol - esse conjunto forma o Sistema Solar. O Sol, por sua vez, é uma estrela. Ele faz parte de um conjunto delas, ou uma galáxia, conhecida como Via Láctea. Assim como ela, há bilhões de outras galáxias pelo universo. Mas mesmo sendo assim, imenso, o Universo não deve ser visto como algo que está "lá fora": na verdade somos nós que fazemos parte dele!

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