Intrigantes desenhos de fósseis de animais começam a aparecer nas faixas de pedestres nas ruas. Seres que remontam a milhões de anos estão se transformando numa espécie de caça ao tesouro conectada à era digital. A ideia é que, com os sistemas de localização, se possa descobrir e interagir com os desenhos dos fósseis espalhados por São Paulo.

Por trás dessa experiência, batizada de “Fósseis Imaginários”, está Ricardo Morel, professor de publicidade do Mackenzie e UNINOVE, pós-graduando de artes plásticas na Unicamp. “Quis fazer uma espécie de brincadeira arqueológica e provocar a imaginação das pessoas.”

Para ele, significa um exercício de sua própria experiência de imaginação pelas ruas. Quando menino, Morel tinha um jeito diferente de brincar nas ruas. Com um pedaço de tijolo, desenhava, nos chãos, histórias em quadrinhos, com conhecidos super-heróis.

“Os meninos adoravam.” Mas as meninas também: depois da leitura, elas aproveitavam os quadrados para brincar de amarelinha. "Sou da geração que tem nostalgia das ruas.”

**Trecho da coluna Urbanidade, publicada no jornal Folha de S. Paulo

Vejas algumas das obras do artista

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