No último ensaio do bloco Mulheres Rodadas, antes de a folia começar oficialmente, Patrícia Santos caiu em prantos. O Carnaval de 2017, assim como os dois mais recentes, vai ser intenso. Da festa ela sempre gostou, mas o que mudou foi que há três anos Patrícia também passou a ser a própria festa, liderando parte da turma que faz a música acontecer nos cortejos carnavalescos.

Créditos: Elisa Mendes/Gênero e Número e Mulheres Rodadas

Patrícia Santos, advogada, música e carnavalesca

Foi em 2014 que ela chegou sem muita pretensão numa oficina de instrumentos, mas logo gostou do que viu e do que sentiu. Foi ficando mais à vontade e, no ano seguinte, já estava com o xequerê no meio do Carnaval, enturmadíssima.

Dali pra frente, o envolvimento foi imenso, e até inspirou desejo em outras mulheres. “Na primeira vez que uma mulher apontou para mim e disse que queria fazer aula de xequerê comigo eu pensei: ‘Comigo’?!?”, relembra ela.

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