A arte pode ser mais excitante do que a pornografia tradicional? Essa é a aposta do coletivo Pornceptual, que mostra que o erotismo também pode ser diverso e belo.

“Queremos provar que a pornografia pode ser respeitosa, íntima e artística”. A afirmação está na revista Pornifesto, primeira publicação impressa lançada pelo projeto. As fotos também podem ser vistas no site do grupo, que ainda realiza eventos eróticos.

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Sediado em Berlim, o Pornceptual foi fundado pelo brasileiro-britânico Chris Phillips, que conversou com o Catraca Livre sobre o projeto, confira:

Catraca Livre: Quando vocês começaram?
Chris Phillips: O projeto foi criado como um blog em Brasília em 2010, mas a gente começou a desenvolver um conteúdo mais autoral há mais ou menos dois anos (desde que o centro do projeto passou para Berlim).

ondemand_video Vídeos do Catraca

CL: Como é feita a seleção dos modelos e a escolha do tema dos ensaios?
CP: A seleção é bem aberta e qualquer pessoa interessada pode posar. Uma grande parte da pornografia comercial é bastante excludente e só oferece espaço para determinadas formas de representações corporais. Pornceptual questiona exatamente isso. Queremos uma pornografia inclusiva com todos os tipos corporais.

CL: Existe algo que esteja presente em todas as fotos? Um conceito, uma maneira de ver o corpo?
CP: Os temas das sessões são bastante diversos, mas é importante que haja sempre um conceito artístico e uma preocupação estética. O objetivo do projeto é reinterpretar a pornografia através da arte.

CL: Como funciona essa relação entre o virtual e o digital no trabalho de vocês? As festas servem de combustível para os ensaios e vice-versa?
CP: Sim, a relação é totalmente bilateral. O virtual funciona para impulsionar os eventos. As festas são uma plataforma para um público maior participar do projeto, então sempre colaboramos com diferentes performers e artistas visuais. E, durante cada festa, também produzimos um ensaio para a galeria virtual. Há então diferentes possibilidadesde estar envolvido com o projeto. Queremos ser uma plataforma para que as pessoas expressem sua sexualidade de forma mais criativa.

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