Créditos: Otávio Marques

O lançamento do guia ilustrado "Serpentes da Caatinga" facilitará o reconhecimento das 113 espécies retratadas

Serpentes não frequentam páginas de redes sociais, exceto em exagerados alertas de risco. Elas não servem para fotos fofinhas nem para reforçar apelos de conservação. Elas também não constam nas listas de observadores de fauna ou em folhetos de atrativos turísticos.

Via de regra, o medo de acidente com uma serpente peçonhenta estende o preconceito a todas as serpentes, mesmo às minúsculas e claramente inofensivas.

A grande maioria da população brasileira desconhece a função ecológica das serpentes e é incapaz de distinguir espécies. E se o bioma é a Caatinga, tudo fica ainda mais complicado, pois grandes áreas de vegetação natural são usadas como pastagens, portanto os encontros com serpentes são numerosos, ameaças (como queimadas e atropelamentos) são constantes e o desconhecimento causa grande número de vítimas entre os répteis.

Mas um novo guia pretende mudar esta realidade. Descubra mais sobre ele aqui.

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