Passagens mais baratas que para a Europa, e até que para destinos no Brasil, e uma experiência de viagem completamente surreal e intensa. Para quem gosta de ter contato com a vida selvagem, fazer safári na África do Sul é  imperdível. Fomos conferir como é, e voltamos de lá com todas as dicas pra você organizar a sua viagem para esse país mágico.

Chegar bem pertinho de uma manadas de elefantes brincando, e de 15 leões juntos, foram apenas algumas das maravilhas que vivem por lá.

1 - Como conseguir passagens mais baratas para a África do Sul

Volta e meia surge uma promoção  para Joanesburgo. Uma boa forma de não perder é assinar os alertas de tarifas com o do Skyscanner. Você seleciona o trecho para onde quer ir, e o sistema envia por e-mail avisos diários sobre os preços. Foi assim que soubemos quando a passagem baixou de R$ 3000 para R$ 1500, e conseguimos comprar nossos bilhetes.

2 - Safári na África do Sul: Como chegar no Kruger

O Kruger é enorme, e há várias portas de entrada.  Você precisa primeiro escolher o lodge onde ficará hospedado, para depois definir os trajetos que vai fazer, e como. De qualquer forma, você precisará passar por Joanesburgo. E de lá, são duas as formas para chegar no Kruger ou nas reservas adjacentes: 1) de carro, saindo de Joanesburgo, e você vai levar pelo menos 5 horas até a porta de entrada mais próxima:, ou 2) de avião até Skukuza, Hoedspruit ou Nelspruit, e então alugar um carro para chegar no lodge (que leva levar cerca de 1h3o).

3 - Transfer ou aluguel de carro

Vai na nossa. Transfer dentro do Kruger é caríssimo. Sai infinitamente mais barato alugar um carro. No nosso caso, ficamos oito dias no parque, e íamos precisar de três transfer para ir de um lodge para outro. O valor daria mais de US$1000, enquanto a locação do veículo por todo o período saiu por cerca de R$370. E dirigir pela África do Sul é fácil, desde que você tenha 3G e um Google Maps.

Muitas girafas livres e correndo: experiências mágicas dos safári na África do Sul

Créditos: Juju a Trip

Muitas girafas livres e correndo: experiências mágicas dos safári na África do Sul

4 - Onde ficar: Reservs privadas x Parque nacional

Essa escolha faz toda a diferença na sua viagem. Para entender, existe o Krueger National Park, que é um parque nacional público do tamanho de Sergipe, e o Great Krueger, que agrega as reservas privadas adjacentes ao parque nacional, com seus safari lodges. Entre elas, as melhores são  Kapama, Sabi Sands (a do Sabi Sabi Lodge) e Thornybush (do Thornybush Game Lodge), na nossa opinião.

Não há cerca entre essas reservas privadas e o Kruger, o que significa que os animais podem transitar livremente entre as áreas. Já as pessoas não. Só os hóspedes dos lodges podem circular nas reservas privadas, enquanto no  Krueger qualquer pessoa pode entrar.

Além disso, no Parque Krueger é proibido sair das estradas para ver os animais de perto; já  nas reservas particulares é possível entrar na mata e chegar muito perto dos animais.

Na nossa opinião, ficar num lodge numa reserva privada é bem melhor e mais proveitoso, mas é também mais caro.

Créditos: Juju na Trip

Nosso quarto no Sabi Sabi Bush Lodge

Nosso Lodge no Thornybusg

Créditos: Juju na Trip

Nosso Lodge no Thornybusg

Créditos: Juju na Trip

A suíte do Thornybush por dentro

5 - Mas dá pra gastar pouco com hospedagem?

Dá sim. Há hoteis baratos e um camping dentro do Kruger. E, dentro do Kruger, você mesmo pode dirigir o carro e fazer seu safári. Mas leve em conta que gastar um pouco mais e fazer um safári com guia mais experiente é muito mais interessante, e seguro. Um bom guia consegue rastrear melhor os animais.

Confira no blog do Juju na Trip mais dicas sobre safáris na África do Sul. E siga o Juju na redes sociais para saber mais sobre viagens: InstagramFacebook e Youtube.

Garden Route: uma road trip pela África do Sul

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O Juju na Trip é um blog de viagens que mostra as aventuras de uma família pelo mundo curtindo o melhor da vida. Por Gabriela Temer, Rico Sombra e Juju (a filhota!).

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