O empreendimento Árvores Vivas tem como missão desenvolver ações educativas, projetos culturais, produtos e paisagismo buscando sempre aproximar e sensibilizar o homem a respeito das árvores e da natureza.

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Um dos nossos principais trabalhos é o PASSEIO VERDE, no qual realizamos caminhadas, para todas as idades, de reconhecimento das árvores nas ruas, praças e parques da cidade.

Ampliando esta ação para o meio virtual, desenvolvemos o Mapa das árvores utilizando a ferramenta de fotos georeferenciadas do Panoramio.

Desta forma, a equipe - que sempre tem o olhar focado nas árvores - busca publicar imagens de destaques arbóreos que identificamos, nos diversos locais que passamos. Assim, pessoas que usam o google maps e google earth saberão da existência daquela árvore próxima do lugar que elas procuram e poderão prestar um pouco mais de atenção, apreciando a natureza, quando estiverem passando por lá!!!

De galho em galho


A designer Juliana Gatti anda pelas ruas, seguida por um grupo de curiosos interessados em conhecer as árvores da cidade de São Paulo.  Visto ao longe, parece apenas um passeio turístico. Mas é um turismo inédito.
Nessas caminhadas, ela testa uma nova uma profissão ainda não ensinada nas faculdades: guia de árvores num centro urbano.

A experiência profissional é uma volta à infância e à adolescência, quando Juliana tirava quase todas as férias no sítio de seu avô em Tietê, no interior de São Paulo. “Bastava, para mim, ficar sentada e brincando debaixo das árvores.”
Conseguia até reproduzir um pouco dessa sensação fora das férias. Estudava numa escola (Santa Marcelina), em Pinheiros, onde havia um bosque. Era onde ficava lendo, sentada na terra.

Seguiu a carreira de designer, na qual já fez de tudo um pouco: móveis, jóias, cartazes, vinhetas para televisão, roupas. Trabalhou no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) na análise de madeiras – e ali despertou sua curiosidade para conhecer as árvores que originavam o material que chegava às suas mãos. “Percebi então que não conhecia as árvores da minha cidade.”

Percebeu também que quase ninguém conhecia o mínimo da flora paulistana. Resolveu então redesenhar sua carreira.

Trecho do texto de Gilberto Dimenstein, publicado na coluna Urbanidade do jornal Folha de S. Paulo

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