Créditos: Edinburgh Greens/Creative Commons/Flickr

Estima-se que os quenianos usem aproximadamente 24 milhões de sacolas plásticas por mês

O que era para ser um objeto prático e útil do dia a dia, tornou-se um dos maiores problemas ambientais da humanidade: a sacola plástica.

A produção e o descarte em quantidades irracionais fizeram com que este resíduo não só entulhe lixões e aterros sanitários, levando centenas de anos para se decompor, mas o pior de tudo, polua os oceanos do planeta, matando animais.

Pois o Quênia, na África, decidiu tomar um decisão radical para combater esta situação: proibiu a produção, comercialização e o uso de sacolas plásticas. Quem desrespeitar a nova lei, poderá pagar multa de até 38 mil dólares, ou ainda prisão de quatro anos.

Para conseguir aprovar a rígida legislação, foram necessários dez anos de muitas negociações. Foram três tentativas – frustradas – para colocar a norma em vigor, mas a partir de hoje, não há mais discussão.

Segundo o ministério do Meio Ambiente do Quênia, a polícia irá fiscalizar primeiramente empresas fabricantes e fornecedores de sacolas plásticas. A associação do setor afirmou que a medida fará com que quase 180 companhias fechem as portas e 60 mil pessoas percam seus empregos.

Leia aqui na reportagem completa.

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