O encontro de um artista brasileiro com outra, sueca, rendeu alguns estudos sobre a origem do homem. Ele faz parte de um espetáculo que será apresentado nesta quarta-feira, 17, a partir das 18h, no Espaço Um dos Satyros, na praça Roosevelt – Catraca Livre. A apresentação, intitulada “Trilogia Lixo em Processo III – Processo evolutivo do lixo-bicho homem”, da Companhia Quarto Teatro Físico não tem uma história com começo, meio e fim - tem base apenas na improvisação.

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Créditos: Atores abordam elementos sobre lixo e homem

Dupla aborda questões sobre lixo e homem

Todas as cenas – quee serão apresentadas por Anna Af Sillén de Mesquista (Suécia) e Leandro Zappala (Brasil) - fazem questionamentos sobre a vida humana. “A gente toca na questão das fronteiras, da sociedade de consumo, do modernismo e do pós-modernismo”, conta Zappala.

A escolha pela questão do improviso é para o ator, fundamental. “A gente tem uma linha que mapeia nossa apresentação, mas não tem uma história. É a pura necessidade de me colocar em situações e saber o que vai se desenvolver delas."

O artista carioca começou a colocar este trabalho em prática em meados de 2006, após estudar o lixo e seu processo de decomposição. Passou pela questão do consumismo e de como a mídia trata o assunto. E qual seria a arte que o mais influenciou? “Sou ligado a muitas coisas, mas posso citar as pessoas gente do Surrealismo e o Modernismo. O quadro [“Guernica”] de Pablo Picasso, por exemplo, me toca por tudo aquilo que ele representa”.

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Jornalista, amante da comunicação.

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