Corpo de passageiro cai de avião e quase atinge homem em um quintal

Corpo de passageiro caiu do avião que aterrizaria no aeroporto de Heathrow, em Londres

Por: Redação Comunicar erro
Avião Kenya Airways
Segundo a companhia, viagem de 6,8 mil quilômetros de Nairóbi até Londres tem em média 8 horas e 50 minutos – Foto: divulgação 

Um fato inusitado aconteceu no último domingo, 30, na capital britânica, Londres. Um homem, possivelmente passageiro clandestino que caiu do trem de pouso de um avião da Kenya Airways, teve o corpo encontrado no jardim de uma casa em Clapham, ao sudoeste da cidade.

A vítima caiu no jardim de uma casa, onde, segundo notícias da agência britânica de notícias Press Association, um homem tomava banho de sol.

Local onde caiu corpo
‘The Sun’ publicou imagem do local onde caiu o corpo de homem – Foto: The Sun (Reprodução) 

Em entrevista à imprensa local, o vizinho relatou ter ouvido um grande barulhou e correu para a janela. “A princípio, pensei que era um mendigo dormindo no jardim”, afirmou. “Ele estava com toda as roupas. Eu olhei mais de perto e vi que havia sangue em todos os muros do jardim. Rapidamente entendi que havia caído”, explicou a testemunha.

A fonte, que pediu anonimato, disse ainda que o dono do imóvel onde o corpo caiu ficou em estado de “choque” com o episódio. “Ele tomava um banho de sol e (o homem) caiu a um metro dele”.

Corpo estava intacto

Devido à altura, a queda provocou um buraco na grama, como revelou uma fotografia publicada pelo tabloide The Sun. Ainda de acordo com o relato do vizinho, o corpo apresentava características de congelamento e, por isso, estava intacto.

Segundo apuração da Scotland Yard, a vítima possivelmente era um “passageiros clandestino, que caiu do trem de pouso”. No compartimento do trem de pouso foram encontrados uma bolsa, água e comida.

Em comunicado, a companhia aérea comentou sobre o episódio. “É lamentável que uma pessoa tenha perdido a vida ao viajar de forma clandestina em uma de nossas aeronaves e expressamos nossas condolências”. /Com informações do Estadão. 

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