Empreendedora fatura R$ 4 mi vendendo chocolates por WhatsApp

Curitibana usa aplicativo como principal meio de comunicação com os clientes e fecha 90% das transações por ele

Por: Redação |

Quem pensa em abrir um negócio próprio e começa a se perguntar sobre canais de contato com os clientes talvez nem pense nessa possibilidade. Mas o fato é que os empreendedores têm descoberto que o WhatsApp pode ser muito mais do que um meio de interagir com familiares, amigos e “crushes”.

O negócio próprio de Alyne Mundt Bill utiliza principalmente o WhatsApp para se comunicar com os clientes
Crédito: Reprodução/Feito ChocolateO negócio próprio de Alyne Mundt Bill utiliza principalmente o WhatsApp para se comunicar com os clientes

Que o diga a curitibana Alyne Mundt Bill, dona da Feito Chocolate, que revende no Brasil produtos da marca belga Barry Callebaut.

Alyne vende 15 toneladas de chocolate por mês. E 90% dessas transações são realizadas por WhatsApp.

O uso do app foi adotado como estratégia quando a Feito Chocolate mudou o foco de sua atuação, em 2015.

Até então, a empresa fazia doces usados como lembranças de datas comemorativas. Foi quando conheceu a marca belga. E percebeu que não era fácil achar seus chocolates e granulados em Curitiba.

Assim, começou a importá-los diretamente da fabricante. Nesse processo, constatou que a Barry Callebaut só vendia em quantidades maiores.

Então, a Feito Chocolate passou a revender esses produtos para empresas que precisavam deles em menores volumes. E também a prestar consultoria sobre sua aplicação em diferentes tipos de doce.

Campanhas de marketing e encomendas

Alyne Mundt Bill tem uma loja física em Curitiba, com 11 funcionários. Mas conta que seus clientes costumam visitá-la apenas para conhecer os itens à venda.

Daí para frente, o WhatsApp entra em ação. Por ele, são feitas encomendas, tiradas dúvidas sobre produção de doces, realizadas campanhas de marketing para captar mais encomendas.

A Feito Chocolate trabalha com três telefones. E se vale das versões para desktop e corporativa do aplicativo.

A empresa deve abrir uma nova unidade em Londrina. Em 2018, o faturamento foi de R$ 4 milhões. A meta para 2019 é crescer 20%.

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