5 dicas para quem quer abrir um e-commerce, segundo o Sebrae

“O primeiro desafio é utilizar uma estratégia de comunicação direcionada”, diz analista

Por: Publi Comunicar erro

Nos últimos anos, as compras pela internet têm crescido no Brasil. Prova disso é que, no primeiro semestre de 2018, o comércio eletrônico aumentou em 12,1% suas vendas em relação ao mesmo período do ano passado, segundo o relatório Webshoppers. No entanto, nem todos estão preparados para assumir de vez um comércio na web.

O curso EAD do Sebrae “Planeje-se para o comércio eletrônico” esclarece o conceito, a importância, vantagens e desafios de uma micro e/ou pequena empresa que deseja implementar um e-commerce e profissionalizar o atendimento.

Crédito: iStock/ake1150sbLaptop with analysis sale screen on table with blur warehouse cargo in factory. Smart factory concept.

A ideia é apresentar os procedimentos que envolvem o e-commerce para que o empresário seja capaz de verificar, por meio das atividades durante o curso, se está ou não apto a implementar determinado negócio. Outro aprendizado fundamental do curso é como se planejar para não colocar a empresa em risco.

Flávio Germano Petry, analista do Sebrae, destaca cinco pontos principais para quem pretende vender na internet. Confira as dicas:

1-) Faça um plano de negócio:

O e-commerce é uma empresa como qualquer outra. A estruturação de um plano de negócio sempre é bem-vinda para que o empresário tenha uma visão clara de todas as variáveis que influenciam em sua operação.

2-) Entenda como funciona a performance online, ou seja, o lucro:

A conversão começa antes mesmo do acesso ao site. O primeiro desafio é utilizar uma estratégia de comunicação direcionada. A comunicação deve ser direcionada para o perfil de potencial consumidor do seu produto/serviço.

Uma vez que o potencial consumidor acessa o seu site, o uso dos cookies ajudam a rastrear o caminho percorrido para melhor entender seu comportamento. Por fim, a menor quantidade de cliques para a conclusão das vendas resulta em uma maior conversão de vendas e menor abandono de carrinhos.

3-) Invista em ações de marketing

A analogia do “ovo da pata e da galinha” também se aplica ao e-commerce. Quem está em evidência e faz um marketing mais efetivo tende a ter resultados melhores de vendas.

No mundo digital existem vários caminhos para seguir para melhorar seu desempenho. Por exemplo:

– Utilizar recursos para otimizar o SEO do site da empresa;

– Comprar de anúncios e palavra-chave;

– Divulgar em redes sociais de forma direcionada;

– Agir em parcerias com digital influencers.

Crédito: iStock/graphicnoi 

4-) Saiba o que pode acontecer no meio do caminho

Um grande problema que o varejista online sofre é na precificação dos seu produtos. Uma prática muito usual é jogar um markup de “X” vezes a mais do preço de custo. Todavia, esse método pode mascarar o resultado das vendas pois não considera outros custos inerentes da operação.

É muito importante considerar todos os custos que fazem parte do negócio. Além dos custos fixos, caso escolha por um marketplace, deve ser considerado também os custos da plataforma escolhida e da intermediadora do pagamento, se for o caso.

5-)  Carregue uma “dica de ouro” com você!

Identifique um nicho de mercado e construa seu diferencial competitivo. Não compensa entrar na briga de preço com as grandes operações que conseguem pressionar o preço para baixo espremendo suas margens, dado que elas conseguem barganhar por conta do volume.

Um exemplo, é a customização de produtos para os clientes. Dependendo do nível de customização, o e-commerce alcança um público seleto disposto a pagar um preço maior por perceber o valor  agregado do produto.

Para ter sucesso nas vendas e aprimorar seu negócio, acesse o Sebrae.

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