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Galeria Olido recebe VI Cinema Mostra de Aids

Por: Redação

A Galeria Olido exibe a “VI Cinema Mostra de Aids”. Idealizado pelo grupo Pela Vidda/SP, traz filmes que abordam o tema. Destaque para “O Jardim do Outro Homem”, de Sol de Carvalho. O filme conta a história de um jovem chamada Sofia,  estudante de vinte anos, que vive em um bairro pobre de Maputo, capital de Moçambique. Vinda de uma família pobre vai passar pelos maiores desafios de sua vida: o de terminar a faculdade e tornar-se médica; seu sonho.

Na universidade descobre um outro mundo, ainda mais perverso: o da chantagem entre professor e aluno,  que ameaçará seu estudo e  sua integridade. O filme mostra o contágio da Aids não se dá apenas pela classe social mais baixa.

O filme foi vencedor do festival de Cinema Africano de Milão, venceu como Melhor Filme, no festival du film Panafrican de Cannes, em 2007.

Entre os destaques brasileiros está “Flordelis- Basta uma palavra para mudar”, filme de Marco Antonio  Ferraz que conta a história de uma professora, ex-moradora da favela do Jacarezinho, no Rio, e sua luta para adoção de 50 crianças.

Confira o trailer

Veja a programação completa:

Pregos na Cabeça
(Moçambique, 2004, 32 min). Dir.: Sol de Carvalho.
Drama sobre a discriminação e estigma para com os trabalhadores portadores do vírus HIV.

O Jardim do Outro Homem
(Moçambique, 2006, 80 min). Dir.: Sol de Carvalho. Com Gigliola Sarifa, Viegas Jão Tovele, Ivan Augusto Laranjeira e outros.
Garota que passa por dificuldades financeiras sofre assédio de um professor portador do vírus HIV. Ele não hesita em manipular o resultado do exame para conseguir seduzi-la.
Exibições seguidas. Dia 12, 15h

Goretti
(França/Ruanda, 2005, 13 min). Dir.: Diana Igirimbabazi.
Documentário sobre uma garota de 16 anos que teve de interromper seus estudos e cuidar de seus irmãos após a morte de seus pais, vítimas de Aids.
Flordelis- Basta uma Palavra para Mudar

(Brasil, 2009, 100 min). Dir.: Marco Antonio Ferraz. Com Flordelis, Reynaldo Gianecchini, Letícia Sabatella e outros.
Baseado em fatos reais, o filme conta a história de uma professora, ex-moradora da favela do Jacarezinho/RJ, e sua luta para adotar 50 crianças. Perseguida pela polícia, ela é ajudada por Herbert de Souza, o “Betinho”, e, em contrapartida, contribui para que um ex-traficante se forme advogado.

Exibições seguidas. Dia 12, 17h

Clara e Eu
(Clara et moi, França, 2004, 81 min). Dir.: Arnaud Viard. Com Julien Boisselier, Julie Gayet, Michel Aumont e outros.
Ator em busca de ascensão em sua carreira conhece uma garota e se apaixona à primeira vista. O relacionamento torna-se conflituoso quando o teste de HIV dá positivo para a moça.
Dia 12, 19h30

As Teias da Aranha
(Moçambique, 2007, 105 min). Dir.: Sol de Carvalho.
Mulher está dividida entre o amor de dois homens. Na bastasse a indecisão, ela descobre estar grávida e ser portadora do vírus HIV.
Dia 13, 15h

Sexo Confuso
(I’ll sesso confuso – Racontti di mondi nell’era Aids, Itália, 2010, 93 min). Dir.: Andre Adriatico e Giulio Maria Corbelli.
Documentário mostra a convivência dos italianos com a Aids. O consumo de drogas e a liberdade sexual abriram caminho para a disseminação da doença. Em depoimentos, soropositivos e especialistas ajudam a recontar o percurso da doença.
Dia 13, 17h

Translatina
(Peru, 2009, 93 min). Dir.: Felipe Degregori.
Três anos de produção e mais de 100 horas de entrevistas com pessoas de 15 nacionalidades mostram como a América Latina convive com a Aids.
Dia 13, 19h30 (após a exibição, ocorre um debate). Dia 18, 19h30

Act Up Oral

(EUA, 2009, 30 min).
Entrevistas com os membros sobreviventes da coalizão para a Aids, Unleash Power, de Nova Iorque (EUA).

ESTRADA PARA A ESPERANÇA
(Road to Hope, EUA, 2005, 75 min). Dir.: Leslie Marie Cannon.
A organização americana de combate ao HIV/Aids, Hope’s Voice, foi criada em 2004 por Todd Murray com o objetivo de esclarecer os jovens sobre o tema. O documentário acompanha os primeiros quatro jovens voluntários encarregados de contar suas experiências como soropositivos a alunos de diversas universidades.
Exibições seguidas. Dia 14, 15h

As Oficinas de Deus
(Les bureaux de Dieu, França, 2007, 122 min). Dir.: Claire Simon. Com Anne Alvaro, Nathalie Baye, Michel Boujenah e outros.
Conselheiras do Centro de Planejamento Familiar ouvem moças e mulheres que anseiam por liberdade sexual e procuram informações sobre métodos contraceptivos e de aborto.
Dia 14, 17h

Um Genocídio Silencioso
(A Silent Genocide – A Brief Insight into HIV/Aids, EUA, 2009, 10 min). Dir.: Tantra Zawadi e Oliver Covrett.
A poeta, escritora e performer americana Tantra Zawadi conta como está a evolução da Aids na população afrodescendente de Nova Iorque (EUA).

Sasa! Um filme sobre garotas
(Sasa! A Film about Women, Violence and HIV/Aids, Canadá/Uganda/Tanzânia, 2007, 30 min). Dir.: Chanda Chevannes.
O documentário enfoca a mulher, a violência e a Aids na África subsaariana, três pontos pouco conhecidos e divulgados na região.

Fora de Controle
(Out of Control: Aids in Black America, EUA, 2006, 45 min). Dir.: Elizabeth Arledge.
O documentário revela porque a população americana afrodescendente é mais suscetível ao vírus HIV.
Exibições seguidas. Dia 14, 19h30

No Limite

(Am Rande – Sechs Kapitel Über Aids in der Ukraine, Alemanha/Ucrânia, 2006, 105 min). Dir.: Karsten Hein.
Na ex-república soviética da Ucrânia, um porcento da população está infectada pelo vírus HIV, o que representa meio milhão de pessoas. O documentário contempla o leste do país, onde estão cidades como Donezk, e registra como principais vítimas os dependentes de drogas, prostitutas e crianças.
Dia 15, 15h

Under The Skin
(Brasil, 2010, 7 min). Dir.: Silvia Lourenço e Sabrina Greve. Com Miguel Dias.
Jovem soropositivo fala como se assumiu homossexual ainda adolescente, sobre a primeira transa aos 19 anos e sobre a dificuldade de se revelar aos pais.

Yellow Card
(Zimbabwe, 2000, 90 min). Dir.: John Riber. Com Leroy Gopal, Lazarus Boora, Collin Sibangani Dube e outros.
O filme revela as duras consequências que um adolescente de 17 anos enfrenta após praticar sexo desprotegido.
Exibições seguidas. Dia 15, 17h

Papel Não Embrulha Brasas

(Le papier ne pas peut envelopper la braise, França, 2006, 86 min). Dir.: Rithy Panh.
O processo de exclusão social de uma prostituta que se sente impedida de voltar a sua cidade natal, por temer que os habitantes descubram seu passado.
Dia 17, 15h

Pedro
(EUA, 2008, 90 min). Dir.: Nick Oceano.
Trajetória do cubano Pedro Zamora (1972-1994), primeiro homossexual soropositivo a participar de um reality show na televisão americana.
Dia 17, 17h

Positivas
(Brasil, 2009, 78 min). Dir.: Susanna Lira.
O documentário acompanha a trajetória de sete mulheres soropositivas. A peculiaridade é que foram infectadas pelo HIV através de contatos com seus maridos ou parceiros fixos.
Dia 17, 19h30

O Incêndio
(The Bushfire, Quênia, 2001, 60 min). Dir.: Stephen Makau.
Garota se forma no colégio e é a esperança dos pais para tirá-los da miséria. Ela se torna prostituta e contrai o vírus HIV de um pastor local.
Dia 18, 15h

Ruas da Amargura
(Portugal, 2008, 111 min). Dir.: Rui Simões.
De um lado, o drama vivido por pessoas de todas as idades, recém-chegadas a Portugal em busca de vida melhor, com suas carências afetivas, financeiras, problemas com alcoolismo e drogas. Do outro, voluntários e assistentes sociais dispostos a ajudar essas pessoas.
Dia 18, 17h

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