Em um momento em que a cidade precisa de mais tolerância religiosa, entra em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal a exposição "Orixás: quando o mito veste o corpo". As fotografias de Daryan Dornelles e Stefano Martini ficam em cartaz de 16 de setembro até 5 de novembro.

Com entrada Catraca Livre, a mostra idealizada por Margo Margot pode ser visitada de terça a domingo, sempre das 12h às 19h.

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Crédito da imagem: Daryan Dornelles

Gilberto Gil, Oxalufã (o princípio e o fim. Representa o infinito. Ele reconstitui e se auto reproduz)

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Crédito da imagem: Stefano Martini

Zezé Motta, Oxum (a mais bela de todas)

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Crédito da imagem: Daryan Dornelles

Sergio Cezar, Xango (Justiça do que você pode ser. Trabalha a retidão e a verdade)

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Crédito da imagem: Daryan Dornelles

Marcelo Campos, Ógún (possibilidade de caminhar ao encontro do que é essencial)

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Crédito da imagem: Daryan Dornelles

Marcos Bandeira, Omolu (Limite, Sinalização que nos faz parar. Processo de reflexão para melhorar. O rei)

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Crédito da imagem: Daryan Dornelles

Luana Bandeira, Oyá

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Crédito da imagem: Stefano Martini

Marcielly Vanucci, Iemanja (modeladora das cabeças e protetora das mães)

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Crédito da imagem: Stefano Martini

Renata Ribeiro, Nana

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Crédito da imagem: Daryan Dornelles

Aleff Bernardes, Ossain (antídoto, não existe folha que não se transforma em remédio)

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Crédito da imagem: Stefano Martini

Larissa Bandeira e Leo do Gran, Ibejis (a permanência e a alegria)

  • Crédito da imagem: Daryan Dornelles

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    Gilberto Gil, Oxalufã (o princípio e o fim. Representa o infinito. Ele reconstitui e se auto reproduz)

  • Crédito da imagem: Stefano Martini

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    Zezé Motta, Oxum (a mais bela de todas)

  • Crédito da imagem: Daryan Dornelles

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    Sergio Cezar, Xango (Justiça do que você pode ser. Trabalha a retidão e a verdade)

  • Crédito da imagem: Daryan Dornelles

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    Marcelo Campos, Ógún (possibilidade de caminhar ao encontro do que é essencial)

  • Crédito da imagem: Daryan Dornelles

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    Marcos Bandeira, Omolu (Limite, Sinalização que nos faz parar. Processo de reflexão para melhorar. O rei)

  • Crédito da imagem: Daryan Dornelles

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    Luana Bandeira, Oyá

  • Crédito da imagem: Stefano Martini

    7/10

    Marcielly Vanucci, Iemanja (modeladora das cabeças e protetora das mães)

  • Crédito da imagem: Stefano Martini

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    Renata Ribeiro, Nana

  • Crédito da imagem: Daryan Dornelles

    9/10

    Aleff Bernardes, Ossain (antídoto, não existe folha que não se transforma em remédio)

  • Crédito da imagem: Stefano Martini

    10/10

    Larissa Bandeira e Leo do Gran, Ibejis (a permanência e a alegria)

A partir de pesquisa bibliográfica e visita ao Ilé Àse Ògún Àlákòró, Margot desenvolveu vinte “Orixás” para nos convidar conhecer profundamente um pouco mais de uma das culturas de base do povo brasileiro. A exposição, mais do que uma mostra visual, busca trazer reflexões sobre a essência dos mitos africanos cultuados no candomblé.

No decorrer da exposição ainda é possível fazer uma visita mediada, participar de bate-papos e oficinas para escolas e grupo a serem agendados no Educativo do CCJF.

Nas imagens, voluntários de peso como é o caso de Zezé MottaGilberto GilVidal Assis e João Donato aparecem em meio à trajes e elementos da natureza que compõe o ambiente de cada orixá. Pedras, areia de mar, barro e até partes de árvores complementam e enriquecem as obras.

Confira todos os convidados e os orixás que representam:

Aleff Bernardes, Ossain (antídoto, não existe folha que não se transforma em remédio)
Anastacia Gabriel, Ewá (quem trouxe para a humanidade o direito de sonhar)
Cau Ramalho, Obá.
Felipe Pacheco, Oxumaré
Gilberto Gil, Oxalufã (o princípio e o fim. Representa o infinito. Ele reconstitui e se auto reproduz)
Ivo Modogllio, Ori
José Araújo, Iroko (divindade árvore que nos traz a paciência, que nos acalma)
Larissa Bandeira e Leo do Gran, Ibejis (a permanência e a alegria)
Luana Bandeira, Oyá
Lui Mendes, Oxaguiã (renovação de Oxalá)
Marcelo Campos, Ógún (possibilidade de caminhar ao encontro do que é essencial)
Marcielly Vanucci, Iemanja (modeladora das cabeças e protetora das mães)
Marcos Bandeira, Omolu (Limite, Sinalização que nos faz parar. Processo de reflexão para melhorar. O rei)
Pedro Oliveira, Logunedé (o único orixá procriado)
Pedro Renato Martins, Esú (patrono da comunicação. Aquele que traz o novo, o movimento contínuo,  espiral)
Renata Ribeiro, Nana
Renegado, Osòósi (Dono da consciência do que se pode mudar)
Sergio Cezar, Sango (Justiça do que você pode ser. Trabalha a retidão e a verdade)
Vidal Assis, Ori
Zezé Motta, Oxum (a mais bela de todas)

Orixás: quando o mito veste o corpo

15 Set
a
05 Nov

De 15/09 a 05/11:   Terças,  Quartas,  Quintas,  Sextas,  Sábados e  Domingos das 12:00 às 19:00

Centro Cultural Justiça Federal
Avenida Rio Branco, 241 Centro - Centro Rio de Janeiro - RJ (21) 3261-2550
Estação Cinelândia
Catraca Livre