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Ômicron não será última variante a causar preocupação, diz OMS

Especialistas alertam para a necessidade de os cientistas trabalharem em uma vacina eficaz contra uma cepa futura

Por: Redação

Em meio à escalada de casos da covid-19, a Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que a variante Ômicron não será a última a causar preocupação no mundo. Segundo a equipe técnica da agência, a evolução do coronavírus  deve continuar, o que causará o aparecimento de outras cepas resistentes.

Diante disso, os especialistas da OMS destacam a necessidade de os cientistas trabalharem com o objetivo de chegar a uma vacina “mais sustentável e com visão de longo prazo, que seja eficaz contra qualquer variante futura”.

omicron
Crédito: Naeblys/istock OMS diz que Ômicron certamente não será a última variante do coronavírus a causa preocupação

Desde o início da pandemia, a OMS já classificou cinco cepas como variantes de preocupação. São elas: Alfa (identificada pela primeira vez no Reino Unido), Beta (África do Sul), Gama (Brasil), Delta (Índia) e Ômicron (África do Sul).

O relatório do órgão máximo de saúde reitera ainda a necessidade de distribuição mais igualitária da vacinas contra a covid-19, especialmente a regiões do continente africano.

De acordo com o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, o fim da pandemia depende da igualdade no acesso às vacinas.

É por isso que a OMS tem se posicionado contrária a aplicação da terceira dose. Para a organização, a prioridade global neste momento deve ser  uma distribuição de vacinas mais igualitária.

seringa com vacina
Crédito: IStockOMS defende a distribuição igualitária da vacina contra a covid-19 para pôr fim à pandemia

De acordo com a reportagem da BBC, a The People’s Vaccine, uma aliança de instituições de caridade, divulgou  que apenas uma de cada sete doses prometidas por empresas farmacêuticas e países ricos está de fato chegando às nações mais pobres de destino.

Variante de preocupação

Uma variante de preocupação é assim designada quando a cepa apresenta:

  • Um aumento da transmissibilidade ou mudança prejudicial na epidemiologia do ovid-19; OU
  • Aumento da virulência ou alteração na apresentação clínica da doença; OU
  • Diminuição da eficácia das medidas de saúde pública e sociais ou diagnósticos, vacinas, terapêuticas disponíveis.

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