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Rio tem surto de influenza; saiba identificar os sintomas

Secretaria municipal de Saúde reforça que a vacina da gripe continua disponível para toda a população

Por: Redação

A Superintendência de Vigilância em Saúde da Secretaria municipal de Saúde do Rio de Janeiro investiga o aumento repentino de influenza, que indica a existência de um surto na cidade.

Os primeiros relatos surgiram na Rocinha, onde houve uma corrida por atendimento nas unidades de saúde da região. No entanto, de acordo com o jornal Extra, moradores de outras regiões, como Itanhangá e a Ilha do Governador, também apresentaram sintomas.

No geral, as pessoas reclamam de dores de cabeça e no corpo, febre e resfriado. Os sintomas são parecidos com os da covid-19 e podem ser facilmente confundidos.

surto de influenza
Crédito: Dabldy/istockRio registra aumento de casos de influenza

Diante desse aumento de casos, a secretaria municipal de Saúde reforça que a vacina da gripe continua disponível para toda a população nas Clínicas da Família e nos postos de saúde da cidade.

Sintomas

Além da febre, dor de garganta, tosse e dores no corpo e de cabeça, existem outros sinais e sintomas que são habitualmente de aparecimento súbito, como:

  • Calafrios;
  • Mal-estar;
  • Dor nas juntas;
  • Prostração;
  • Secreção nasal excessiva.

A pessoa também pode apresentar diarreia, vômito, fadiga, rouquidão e olhos avermelhados e lacrimejantes.

surto de influenza
Crédito: Brunomartinsimagens/istock Vacina contra a gripe previne casos grave e óbitos

Contaminação

A transmissão do vírus da influenza também se assemelha com o do novo coronavírus. Ambos são vírus respiratórios e podem ser transmitidos a partir do contato com as secreções expelidas na fala, tosse ou espirro.

Os cuidados devem ser os mesmos já usados contra a covid-19, como distanciamento, higiene das mãos, uso de máscaras e evitar tocar em superfícies contaminadas e levar as mãos aos olhos, bocas e nariz.

Além disso, existe a vacina contra a gripe que é segura e é considerada uma das medidas mais eficazes para evitar casos graves e óbitos.

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Tags: #Doença