Os cinéfilos de plantão também têm espaço nas Satyrianas 2016. Depois de alguns anos encolhida, a programação cinematográfica ganha novamente destaque no festival, com sessões temáticas na madrugada. O programa ocorre entre 13 e 15 de novembro, na SP Escola de Teatro, com entrada no esquema “Pague Quanto Puder”.

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Crédito da imagem: reprodução

“Satyrianas, 78 Horas em 78 Minutos” (83 min. – SP), de Daniel Gaggini, Fausto Noro e Otávio Pacheco.

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“Satyrianas, 78 Horas em 78 Minutos” (83 min. – SP), de Daniel Gaggini, Fausto Noro e Otávio Pacheco.

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“Cuba Libre” (80 min – SP), de Evaldo Mocarzel.

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“Hipóteses para o Amor e a Verdade” (80 min. – SP), de Rodolfo García Vazquez.

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“As Bodas do Diabo” (12 min. – SP), de Ivan Ribeiro.

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– “A Loira do Banheiro” (3 min. – SP), de Dante Vescio e Rodrigo Gasparini.

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– “A Loira do Banheiro” (3 min. – SP), de Dante Vescio e Rodrigo Gasparini.

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“O Diabo Mora Aqui” (80 min – SP), de Dante Vescio e Rodrigo Gasparini.

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“O Diabo Mora Aqui” (80 min – SP), de Dante Vescio e Rodrigo Gasparini.

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“Vestido de Laerte” (13 min. – SP), de Claudia Priscilla e Pedro Marques.

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“Os Sapatos de Aristeu” (17 min – SP), de René Guerra.

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    “Satyrianas, 78 Horas em 78 Minutos” (83 min. – SP), de Daniel Gaggini, Fausto Noro e Otávio Pacheco.

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    “Satyrianas, 78 Horas em 78 Minutos” (83 min. – SP), de Daniel Gaggini, Fausto Noro e Otávio Pacheco.

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    “Cuba Libre” (80 min – SP), de Evaldo Mocarzel.

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    “Hipóteses para o Amor e a Verdade” (80 min. – SP), de Rodolfo García Vazquez.

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    “As Bodas do Diabo” (12 min. – SP), de Ivan Ribeiro.

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    – “A Loira do Banheiro” (3 min. – SP), de Dante Vescio e Rodrigo Gasparini.

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    – “A Loira do Banheiro” (3 min. – SP), de Dante Vescio e Rodrigo Gasparini.

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    “O Diabo Mora Aqui” (80 min – SP), de Dante Vescio e Rodrigo Gasparini.

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    “O Diabo Mora Aqui” (80 min – SP), de Dante Vescio e Rodrigo Gasparini.

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    “Vestido de Laerte” (13 min. – SP), de Claudia Priscilla e Pedro Marques.

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    “Os Sapatos de Aristeu” (17 min – SP), de René Guerra.

Com curadoria de Daniel Gaggini, o Satyricine está dividido em três mini mostras de curtas, médias e longas-metragens. O “Corujão do Terror” tem títulos sobre a loira do banheiro, os pesadelos, as crianças assustadoras, a morte, uma mulher que come papel e até sobre uma temida ditadura religiosa.

O destaque fica para “O Diabo Mora Aqui”, de Dante Vescio e Rodrigo Gasparini, que mostra quatro jovens que decidem passar uma noite em um casarão colonial e acabam envolvidos em uma luta entre forças ancestrais.

O “Corujão Satyros na Tela” exibe documentários sobre o trabalho da companhia teatral, como “Satyrianas, 78 Horas em 78 Minutos”, de Daniel Gaggini, Fausto Noro e Otávio Pacheco. Outra atração é “Hipóteses para o Amor e a Verdade”, de Rodolfo García Vázquez, o primeiro filme produzido pela trupe.

Já o “Corujão da Diversidade” homenageia a saudosa atriz trans Phedra D. Córdoba (1938-2016) com filmes que tratam do preconceito e a homofobia, além do documentário “Cuba Libre”, de Evaldo Mocarzel, sobre a trajetória da diva.

Fotografia

A performance “100 Nude Shoots Celebra Phedra” é inspirada no projeto “100 NUDE Shoots (of Hugo), que convidou 100 fotógrafos para retratar um artista nu. Nas Satyrianas, a renomada Lenise Pinheiro retrata 100 performers em uma ação em homenagem à Pherdra D. Córdoba.

A programação ainda conta com as exposições fotográficas “Não Se Cale”, de Danielle Cristina Rocha Brito dos Santos e Isabela Solano Pivetta , e “Todos Podem Ser Frida”, do Museu da Diversidade Sexual, que ficam em cartaz durante todo o festival.

Confira abaixo a programação de cinema e de fotografia das Satyrianas 2016:


13/11 – Domingo: Corujão do Terror
Local: SP Escola de Teatro
Classificação: 16 anos

1h – “Pedaços” (17 min. – SP), de Athanasios Kalogiannis.
Sinopse: Pedaços de um pesadelo invadem a mente de uma mulher, e ela não consegue mais distinguir o que é realidade e o que é sonho.

1h20 – “Um Estranho na Porta” (3 min. – SP), de Dante Vescio e Rodrigo Gasparini.
Sinopse: É noite de Halloween e, por trás de sua fantasia, a criança que aparentemente está ali para pegar doces esconde uma assustadora verdade.

1h25 – “O Diabo Mora Aqui” (80 min – SP), de Dante Vescio e Rodrigo Gasparini.
Sinopse: Quatro jovens decidem passar uma noite em um casarão colonial e acabam envolvidos em uma luta entre forças ancestrais. Eles terão que lutar por suas vidas em uma guerra em que não importa quem vença, eles perdem.

2h50 – “A Loira do Banheiro” (3 min. – SP), de Dante Vescio e Rodrigo Gasparini.
Sinopse: Dois garotos em detenção na escola discutem o jeito certo de invocar A Loira do Banheiro, uma antiga lenda urbana brasileira. Um deles tenta...e consegue.

3h – “As Bodas do Diabo” (12 min. – SP), de Ivan Ribeiro.
Sinopse: O ano é 2020. E o medo que vivemos em 2015 concretizou-se: foi instalada uma ditadura religiosa no Brasil. Ainda há esperança! Com o objetivo de nos liberar, as travestis Shoshanna e Verônica partem em uma missão de alto risco.

3h15 – “Elisa Esteve Aqui” (25 min. – SP), de Adriano Gomez.
Sinopse: Você já ouviu falar sobre a Loira do Banheiro. Talvez até conheça alguém que já a tenha visto. Mas há algo sobre ela que ninguém sabe. O filme traz a lenda urbana em uma perspectiva jamais vista. Afinal, não haverá um quê de verdade em cada conto?

3h45 – “Dar Corpo” (6 min. – SP), de Stefani Raquel.
Sinopse: Um cozinheiro se utiliza de movimentos bruscos para cortar os alimentos advindos de conservas peculiares. Ao terminar, contempla o resultado.

3h55 – “Pre-Sença” (8 min – PR), de Guilherme Giublin.
Sinopse: Baseado no conto “Nunca é tarde, sempre é tarde”, de Sílvio Fiorini, o filme conta a história de uma secretária presa no mundo sem sentido do capitalismo contemporâneo. Em uma determinada manhã, ela consegue acordar.

4h10 – “Sutura” (12 min. – SP), de Larissa Melo.
Sinopse: Ruan é um médico que, desde criança, sempre foi tímido. Mas, ao presenciar a morte de sua mãe, tudo muda e faz sua vida tomar um rumo meio diferente.

4h25 – “Alice6:2-4” (11 min. – SP), de Fabio Rocha.
Sinopse: Noviça portadora de uma parafilia rara chamada “papirofagia” – que consiste em ter prazer sexual ao ingerir papel – sente atração patológica pelo único livro com o qual tem contato: a Bíblia.

14/11 – Segunda-Feira: Corujão Satyros na Tela
Local: SP Escola de Teatro
Classificação: 16 anos

1h – “Hipóteses para o Amor e a Verdade” (80 min. – SP), de Rodolfo García Vazquez.
Sinopse: A cidade de São Paulo é retratada como protagonista neste filme, que entrecruza histórias de anônimos, entre eles, um nerd, uma prostituta, uma velha catatônica e uma travesti guia de turismo. Drama.

2h20 – “Fora de Cena” (11 min. – SP), de Beatriz Souza.
Sinopse: Documentário sobre a remontagem do espetáculo “Justine”, a partir da obra do Marquês de Sade, com direção de Rodolfo Garcia Vazquez, que estreou em março de 2016. Documentário.

2h40 – “Satyrianas, 78 Horas em 78 Minutos” (83 min. – SP), de Daniel Gaggini, Fausto Noro e Otávio Pacheco.
Sinopse: Mesclando narrativa ficcional e documentário, este longa faz uma homenagem ao evento Satyrianas, organizado pelo grupo teatral paulista Os Satyros. O evento dura 78 horas. A trama ficcional acompanha o processo de gravação de um documentário dirigido por um "gringo" chamado Jeff Luna, que vem ao Brasil após ser convidado por um investidor.

4h10 – “Vila Verde” (71 min. – SP), de Evaldo Mocarzel.
Sinopse: Documentário sobre a instalação dramática “A Fauna”, que Os Satyros fizeram em 2008, na Vila Verde, periferia da capital paranaense, durante o Festival de Teatro de Curitiba. Documentário.

15/11 – Terça-feira: Corujão da Diversidade
Local: SP Escola de Teatro
Classificação: 14 anos

1h – “Os Sapatos de Aristeu” (17 min – SP), de René Guerra.
Sinopse: O corpo de uma travesti morta é preparado por outras travestis para o velório. A família, após receber o corpo, decide enterrá-lo como homem. Uma procissão de travestis, então, se encaminha para o velório para dizer adeus. Os sapatos são calçados. A morte é apenas uma janela. Drama.

1h20 – “Phedras por Phedra.Doc” (70 min. – SP), de Vivi Marques.
Sinopse: O documentário registra os ensaios e a apresentação do show Phedras por Phedra, realizado em 25 de março de 2016, no Teatro Oficina, reunindo grandes artistas e realizado com muito amor para Phedra De Córdoba. Documentário.

2h40 – “Vestido de Laerte” (13 min. – SP), de Claudia Priscilla e Pedro Marques.
Sinopse: Laerte percorre um longo caminho por São Paulo atrás de um certificado. Doc/Fic.

3h – “Sai Dessa Caixa!” (14 min – SP), de Luiz Roberto de Almeida.
Sinopse: O documentário apresenta três pessoas que se identificam com a identidade de gênero não-binária. Klaus, Lorenze e Herbe contam como é a relação com a família, os amigos, os colegas de trabalho e demais círculos sociais. Apesar do preconceito, as personagens falam de luta e da busca por respeito. Documentário.

3h20 – “Cuba Libre” (80 min – SP), de Evaldo Mocarzel.
Sinopse: Phedra de Córdoba é uma atriz transexual nascida em Cuba, mas exilada no Brasil há mais de cinco décadas. As razões de sua partida foram a incompatibilidade com o regime de Fidel Castro e a profunda transfobia vigente na ilha. Décadas depois, Phedra retorna a Cuba para descobrir as transformações do país, na época em que a filha de Fidel, Mariela, luta por uma maior aceitação de gays, lésbicas, transexuais e transgêneros. Documentário.


“100 Nude Shoots Celebra Phedra”
Sinopse: 100 NUDE Shoots (of Hugo) é um projeto performativo-fotográfico sobre a nudez. Nele, Hugo empresta seu corpo nu para 100 fotógrafos diferentes para "unir" visões e conceitos contemporâneos diferentes sobre a nudez, borrando as linhas que ainda distinguem a fotografia de moda do erótico, as belas artes do amador, o artístico do pornográfico. A iniciativa tenta transmitir que o nu não deveria precisar de qualquer permissão ou motivo, ou ainda estar sujeito a qualquer tipo de censura. O ensaio de número 17 do projeto se integrará à 17ª edição das Satyrianas com uma performance em homenagem à Phedra de Cordoba, que contará com mais de 100 performers e será fotografada por Lenise Pinheiro e filmada com transmissão ao vivo durante o festival.
Duração: 120 min
Classificação: 18 anos.
Quando: 13/11, às 12h.
Local: Estação Satyros – Espaço Cultural.

“Não Se Cale - Exposição Fotográfica”
Sinopse: O projeto da voz, forma, cores e expressão para pequenas frases que muitas vezes são pequenas feridas na alma. Produção: Danielle Cristina Rocha Brito dos Santos e Isabela Solano Pivetta
Quando: 12/11, às 20h (abertura) – Exposição Permanente.
Classificação: 16 anos
Local: Satyros Um.

Exposição “Todos Podem Ser Frida”, do Museu da Diversidade Sexual
Sinopse: O universo da aclamada pintora mexicana, Frida Kahlo, um símbolo do feminismo, é o pretexto para uma ampla discussão sobre papeis, expressões e identidades de gênero. A fotografa Camila Fontenele de Miranda, idealizadora do projeto, montou um estúdio no Museu da Diversidade Sexual e os visitantes foram convidados a se transvestirem de Frida. Usando tecidos coloridos, tiaras de flores e a famosa sobrancelha da artista mais de 3 mil pessoas, entre crianças, jovens, idosos, homens, mulheres, trans, famílias e casais participaram criando um caleidoscópio de imagens que representam a diversidade.

A mostra apresenta uma seleção das imagens incluindo temas como novas famílias, casais de pessoas do mesmo sexo, diferentes expressões de gênero e questões etnicorraciais.
Quando: de 12/11 a 15/11
Local: SP Escola de Teatro – Sede Roosevelt

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A SP Escola de Teatro é um equipamento cultural da Secretaria do Estado da Cultura e tem por atribuições a formação profissional na arte teatral.

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Satyrianas 2016

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Diariamente de 13 (Dom) a 15/11 (Ter) das 01:00 às 04:30 

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