Todo mundo gosta de receber carinho e ser amado, né?

Mas, fique atento, dependência emocional extrema não é nada saudável.

Querer de seu parceiro (ou parceiros) afeto e aceitação é mais que natural. O importante é saber identificar quando a carência afetiva passa dos limites.

Um sinal disso é quando sua felicidade está condicionada ao outro. Essa é uma responsabilidade que desgasta quem está envolvido na relação.

Minimizar ou negar as necessidades do parceiro ou parceira também é sintoma, além do perigo de enxergar a pessoa amada como uma peça que preenche um vazio emocional.

Há também momentos de submissão e hábito de aceitar qualquer condição dentro do relacionamento por medo de ficar sozinho.

Segundo especialistas, a carência afetiva desenvolvida em adultos pode ser explicada por traumas ou situações de rejeição vividos durante a infância.

O excesso de carinho e cuidado, por outro lado, também é uma circunstância que pode resultar em carência afetiva mais tarde.

E o que fazer para driblar a carência afetiva?

Gostar de sua própria companhia

O relacionamento mais longo de sua vida será com você mesmo, então deixe tudinho no eixo antes de incluir mais uma pessoa.

Ficar "sozinho" não é fracasso

Trabalhe o poder do amor próprio. Aliás, relações construídas entre pessoas com a autoestima fortalecida são menos tóxicas.

Reconheça sua trajetória

Valorize suas conquistas, nos estudos, no trabalho ou no dia a dia. Dê presentes a você, faça uma comida gostosa e dedique tempo para o autocuidado.

E veja o amor sob diferentes perspectivas

Fuja do ideal do amor romântico como o único possível. Existem outras expressões de amor: entre familiares, amigos ou colegas de trabalho.

Ame-se!

Produção Thamyres Donadio Textos Tamiris Gomes