Estéreo MIS de fevereiro traz show do soteropolitano Giovani Cidreira

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Por: Redação
14
de fevereiro 2020
21h

O Estéreo MIS, programa mensal do Museu da Imagem e do Som que abre espaço para a música independente nacional, recebe o músico Giovani Cidreira.  A apresentação acontece na sexta-feira, dia 14 de fevereiro, no Auditório MIS.

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Crédito: Livia RodriguesEstéreo MIS de fevereiro traz show de Giovani Cidreira

No show, intitulado “Claridades”, Giovani apresenta as músicas de seu último lançamento, a “Mixstake”, produzida e gravada em parceria com Benke Ferraz (Boogarins). O novo trabalho do artista baiano  se firma em letras com temas como liberdade, amor, violência, racismo e a solidão do jovem negro, junto à exploração de timbres eletrônicos, áudios de whatsapp, faixas sobrepostas e batidas descompassadas, criando uma narrativa mais densa e pessoal, com sensações aparentemente contraditórias, deixando em evidência o lado mais experimental do artista.

Giovani Cidreira

O soteropolitano Giovani Cidreira iniciou sua carreira musical em 2006, como vocalista da banda Velotroz. Desde então, desenvolveu seu trabalho como compositor e arranjador, que tem como base um híbrido de rock contemporâneo com claras influências da música popular brasileira dos anos setenta, além de sonoridades contemporâneas das mais diversas localidades.

Seu trabalho, essencialmente autobiográfico, dialoga diretamente com a literatura, o audiovisual e as artes visuais, mesclando os elementos culturais diversificados que compõem o seu repertório.

Em novembro de 2014, Giovani Cidreira lançou o primeiro registro de suas canções como artista solo. Produzido no Estúdio Caverna do Som, o EP apresenta sete faixas, entre as quais “Ancohuma”, premiada como melhor música com letra pelo XII Festival de Música da Educadora FM.

A linguagem mais simples e mais pop deste EP se mistura a um universo melancólico que está presente nas sete faixas. Todas as canções versam sobre amor e nostalgia, o reencontro de Giovani com o interior, especificamente com as cidades de Cachoeira e Santo Amaro. Constantes viagens inspiraram composições como “Trem de Outra Cidade”, selecionada para o Prêmio Caymmi de Música, bem como a ideia de movimento, chegadas e partidas, temas e sensações que percorrem todo o disco.

O resultado são “músicas de amor”, como gosta de definir o próprio Giovani, concebidas e gravadas de forma muito crua e espontânea. O EP conta com as seguintes faixas: “Ancohuma”, “Menor”, “Veleiro contra o mar”, “Trem de outra cidade”, “Girassol e tarde”, “Recado pra Maicon Charles” e “Gelomares”. Todas são de autoria de Giovani Cidreira, exceto “Menor”, em parceria com Paulo Diniz, e “Girassol e Tarde”, escrita também por Thiago Lobão.


Imagem Carnaval Sem Assedio