Samuca e a Selva faz show no primeiro Estéreo MIS de 2020

Quer um par de ingressos? Corre com a gente!

Por: Redação
31 de janeiro de 2020

21h

Preço: Comprar
R$ 20
Um par de ingressos para seguidores VilaMundo – saiba mais no texto
Local: MIS – Museu da Imagem e do Som
Avenida Europa, 158 – Jardim Europa, São Paulo – SP, Brasil
Mais informações:
Telefone: (21) 2265-9933
Site: http://www.funarte.gov.br/espaco-cultural/teatro-cacilda-becker/

Na sexta-feira, 31 de janeiro, o MIS inaugura sua agenda musical com show do coletivo Samuca e a Selva. A apresentação acontece dentro do projeto mensal do Museu dedicado à música independente, o Estéreo MIS.

A apresentação acontece às 21h, com ingressos por valores até R$ 20, mas leitores Catraca Livre e VilaMundo podem entrar de graça. Basta curtir o post oficial do show no nosso Instagram, nossa página e marcar 2 amigues nos comentários. O resultado sai na própria sexta, dia 31. Sim, é promo a jato, bb!

Crédito: Fabio PonceBanda Samuca e a Selva faz show no primeiro Estéreo MIS de 2020

Em um show vigoroso e dançante, o coletivo Samuca e a Selva apresenta canções de seu recém-lançado álbum Tudo que move é sagrado com releituras originais de canções icônicas de Ronaldo Bastos, além de sucessos de Madurar (Yb Music), primeiro disco do grupo lançado em 2016.

Na apresentação canções regadas a poesia com menções claras a ritmos regionais do Brasil como o baião e o ijexá, atrelados à influência de gêneros mais universais como o jazz, a salsa, o soul e o afrobeat explicitam a diversidade de um trabalho consistente que vem sendo reconhecido por público e crítica. Destaque para as canções: Trem azul, Amor de índio, Chuva de Prata, Madurar e Detergente.

Sobre a banda

Samuca e a Selva é um coletivo musical que é fruto da união entre o cantor e compositor Samuel Samuca a um grupo de músicos de projetos de sucesso na cena da música contemporânea de São Paulo: Victor Fão, Bio Bonato, Fabio José e Guilherme Nakata, da Nomade Orquestra; Felippe Pipeta, da OBMJ, além de Allan Spirandelli, Kiko Bonato, Léo Malagrino e Lucas Coimbra completando o decateto.

Juntos desde 2014, o grupo vêm conquistando público e crítica com um trabalho que mescla suas canções à influência da música regional brasileira, jazz e world music em apresentações sempre marcantes por seu calor e vigor. Seu álbum de estreia, Madurar (2016, YbMusic), rendeu à banda indicação para o 28º Prêmio da Música Brasileira em 2017 como melhor grupo na categoria canção popular.

No final de 2018 a banda lançou Tudo que move é sagrado álbum que celebra os 70 anos do compositor Ronaldo Bastos com releituras originais de canções marcantes como O trem azul, Amor de índio, Cais e Chuva de Prata. Considerado pela crítica como um dos principais lançamentos da Música Brasileira em 2018 o álbum foi produzido por Mauricio Tagliari e tem participações de nomes marcantes como Criolo, Luedji Luna, Liniker, Siba, Filipe Catto, Lenna Bahule e Alfonsina.