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Festival Artistas de Rua ocupa espaços públicos com line-up 100% feminino

Evento chega à terceira edição e apresenta shows gratuitos em lugares abertos da cidade de São Paulo.

Por: Publi

Até 28 de janeiro de 2022

Todos os dias

Shows as 14h30 e 17h

Recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência não informados pelo próprio organizador do evento

Grátis

Em meio a tantas opções de cultura e entretenimento na capital paulistana, é certo que os eventos realizados ao ar livre e de graça têm um lugar muito especial no coração de quem busca aproveitar a cidade ao máximo. E, quando a curadoria apresenta apenas atrações lideradas por mulheres, é pra aplaudir em pé!!

Dialogando com temáticas como ocupação do espaço público e equidade de gênero, o festival Artistas de Rua realiza sua terceira edição entre os dias 14 e 28 de janeiro de 2022. Na programação, 30 shows de artistas mulheres ocupando 15 espaços públicos de São Paulo. Tudo com entrada Catraca Livre!

Ellen Oléria
Crédito: Julia BanderiaEllen Oléria, Brisa Flow e Maria Beraldo são destaques na 3ª edição do Festival Artistas de Rua

O projeto é realizado pela produtora Muda Cultural via Pro-Mac (Programa Municipal de Apoio a Projetos Culturais) e tem patrocínio da 99.

A curadoria demonstra a pluralidade de estilos musicais produzidos no Brasil, bem como a potência das mulheres de diversas gerações. Alguns dos nomes confirmados para o Artistas de Rua são: Ellen Oléria que, com seu disco “Afrofuturista” (2016), exalta ritmos negros como o rap e o funk, na fusão com a MPB; Brisa Flow, que une o hip hop à música e cultura dos povos andinos, explorando sua vivência enquanto mulher ameríndia periférica na América Latina; Maria Beraldo, cantora, compositora e clarinetista à frente do álbum “Cavala” (2018), no qual experimenta sonoridades do pop, da música eletrônica e do noise.

Ainda está confirmada a presença do Samba de Dandara, grupo de exaltação às mulheres sambistas, bem como do Sarau das Pretas, da cantora, atriz e modelo Bruna Black e da cantora Grazi Medori. Fique de olho no Instagram da Muda Cultural para saber tudo sobre a terceira edição do Artistas de Rua.

#DicaCatraca: lembre-se de usar a máscara corretamente, manter as mãos higienizadas e não promover aglomeração nos shows. Vamos nos cuidar, combinado? ❤

14/01 (SEXTA-FEIRA)

Local: Lago Azul (Grajaú)
Endereço: R. das Andorinhas Brasileiras, 632 à 663 – Parque Res. dos Lagos

14h30 – Bruna Black (@cantabrunablack)

Bruna Black é cantora, compositora e musicista. Participou do The Voice Brasil 2020 e faz parte do Coral Jovem do Estado, integrando o grupo artístico da EMESP Tom Jobim, como soprano no coro. Atualmente lançou um single autoral com o Duo ÀVUÀ através dos canais Colors Studio. Ela tem como referência musical a música gospel, sem esquecer dos clássicos como Itamar Assumpção e Elis Regina.

17h00 – Ellen Oléria (@ellenoleria)

Ellen Oléria é uma cantora e compositora brasileira. Com mais de 16 anos de estrada, a artista acumula prêmios em festivais, 5 discos lançados e turnês realizadas pelo Brasil e mundo afora. Conhecida pelo público por seu timbre cintilante e repertório brasileiríssimo, a soprano dramática Ellen Oléria condensa em sua performance o que o povo brasileiro reconhece como seu: entusiasmo e um sorriso que nunca sai do rosto iluminando cada canção que canta.

15/01 (SÁBADO)

Local: Casa de Cultura Hip Hop Sul
Endereço: Rua Sant´Ana, 201 – Vila São Pedro

14h30 – Samba de Dandara (@sambadedandara)

Samba de Dandara é samba de empoderamento e exaltação às mulheres sambistas, às grandes compositoras, às grandes intérpretes, às guerreiras do samba. A concepção de Samba de Dandara carrega o peso e a inspiração de Dandara, mulher negra, guerreira e referência histórica na luta contra a escravização. O Samba de Dandara passeia por ritmos afro-brasileiros, sobretudo o samba em suas diversas vertentes – ijexás, afoxés, pontos de candomblé e umbanda.

17h00 – Raquel Tobias e Mulheres no Sincopado (@raqueltobiasoficial)

Compositora, cantora e intérprete paulista de Samba. Começou sua carreira como pastora no projeto de roda de compositores Samba de Todos Os Tempos, onde atualmente é Presidente. É intérprete de Escolas de Samba como a Imperatriz da Sul, Extremo Sul, Lavapés, Estrela do 3o Milênio, Mocidade, e de blocos de rua como o Bloco Pagu, em São Paulo, e Blocos Toco do Moji e Borda da Mata, ambos em Minas Gerais.

16/01 (DOMINGO)

Local: Beco do Batman / Catraca Livre
Endereço: Rua Aspicuelta, 99 (fundos) – Vila Madalena

14h30 – Graziela Medori (@grazi.medori)

Graziela Medori começou profissionalmente na música aos 16 anos. O primeiro trabalho da cantora saiu pela gravadora Lua Music em 2011, as gravações contaram com a participação de diversos músicos, entre eles, Oswaldinho do Acordeon, Dominguinhos e Fernando Nunes, com direção e arranjos de Chico Medori.

17h00 – Marina Decourt (@marinadecourt)

Marina Decourt é cantora, compositora, produtora musical e instrumentista. Em sua música leva consigo as diversas cenas e estilos musicais que percorreu ao longo de sua carreira. Jazz, samba, eletrônicos são apenas alguns dos lugares onde a cantora se expressa.

17/01 (SEGUNDA-FEIRA)

Local: Metrô Tucuruvi (praça ao lado da saída)
Endereço: Av. Dr. Antônio Maria Laet, 145A – Vila Gustavo

14h30 – Carcaju (@carcaju)

Carcaju se refere a uma mulher sagrada, habitante das florestas, que surgiu em diversas partes do mundo com nomes diferentes. A banda experimenta arranjos não convencionais – trabalhando com ambientações ruidosas e texturais –, utiliza guitarra elétrica distorcida, contraponteada com violão acústico, batuques brasileiros e linhas de baixo elaboradas, dialogando com orock progressivo e a cultura pop.

17h00 – Maria Ó (@maria_o_oficial)

Maria Ó é compositora, cantora e educadora musical, iniciou seus estudos de música ainda adolescente em São José dos Campos, no interior de São Paulo. Possui dois álbuns e um single lançados, Dança Três (Ybmusic, 2017), o single É Só Amor O Que Desejo (Ybmusic, 2019) e MANA – Nada Permanece (Ybmusic, 2020) – trabalho em parceria com a performer, cantora e compositora maranhense Nathalia Ferro.

18/01 (TERÇA-FEIRA)

Local: Metrô Capão Redondo (próximo ao Graffiti do Racionais MCs)
Endereço: Av. Carlos Caldeira Filho, 4475 – Cidade Auxiliadora

14h30 – Batalha Dominação (@batalhadominacao)

A Batalha Dominação é uma batalha de freestyle de conhecimento (rimas
improvisadas na hora a partir de temas que atravessam diversas questões e temáticas), voltada para o protagonismo de mulheres, trans masculinos e pessoas não binárias, que acontece semanalmente na saída do Metrô São Bento desde 2016. A Dominação segue atuando com intuito de intensificar a pluralidade de corpos e falas no cenário hip hop de São Paulo.

17h00 – Luana Flores (@nordestefuturista)

Dj, beatmaker, percussionista, cantora, compositora e coquista, a paraibana Luana Flores também é artivista, mulher nordestina e sapatão. O seu trabalho é caracterizado por evidenciar uma luta de gênero, sexualidade e território. Suas composições buscam pautar representatividade, ancestralidade e uma identidade paraibana e sapatão.

19/01 (QUARTA-FEIRA)

Local: Largo da Concórdia
Endereço: Av. Rangel Pestana, 1981 – Brás

14h30 – Graciela Soares (@graciela.soarescantora)

Graciela Soares é cantora, compositora, mãe e educadora musical. A participação em diversos trabalhos artísticos caracteriza sua música com influências de diferentes estilos e estéticas. A exploração das possíveis sonoridades vocais junto com a experimentação rítmica é um dos campos da sua pesquisa musical. É cantora integrante dos projetos: Projeto Corredeira; Imalè Inú `yagbá e do Bloco de carnaval Nu vuco Vuco.

17h00 – Mana Bella (@manabella.ssa)

Cantora, poeta e arte educadora, essa é a definição da artista isabela almeida. Nascida na cidade de Salvadora-BA, Mana Bella evidencia através da arte, sua trajetória como mulher preta, periférica e nordestina – aliando a sensibilidade da poesia dita marginal com a beleza da estética negra.

20/01 (QUINTA-FEIRA)

Local: Metrô Bresser-Mooca (praça em frente á saída)
Endereço: Rua Ipanema, 620 – Mooca

14h30 – Renata Grazzini (@re_grazzini)

Renata Grazzini é atriz, cantora e compositora e atua como cantora popular desde 2007. É vocalista dos blocos carnavalescos Nu Vuco Vuco e Acadêmicos da Cerca Frango, em São Paulo. É preparadora vocal da Cia dos Imaginários, de teatro, dirigida por René Piazentin, onde também trabalha como atriz. Com seu trabalho em composição, apresentou-se em diversos SESCs do interior paulista, e fez shows nas Viradas Culturais de São Paulo em 2014 e 2015.

17h00 – Cabra é Fêmea (@cabraefemeaoficial)

Cabra é Fêmea é um trio de forró de rabeca, nascido em São Paulo, formado por mulheres que visam o empoderamento feminino, a representatividade, a
liberdade do corpo de padrões patriarcais, além de denunciar a homofobia, o racismo e o etnocentrismo.

21/01 (SEXTA-FEIRA)

Local: Praça Comunitária Ligia Maria Salgado Nóbrega
Endereço: Av. Rodrigues Montemor, 3000 – Cidade Ademar

14h30 – Sarau das Pretas (@saraudaspretas)

O Sarau das Pretas realiza saraus performáticos através da palavra falada, cantada ou declamada, dos tambores e de seus corpos em constante movimento, com o objetivo visibilizar e propor reflexões sobre literatura, cultura e ancestralidade preta. Também pauta questões de gênero e feminismo propondo o debate a partir da perspectiva étnico-racial.

17h00 – Thalia Abdon (@thaliaabdon)

Thalia Abdon nasceu e cresceu em Itapecerica da Serra, São Paulo. Aos 16 anos começou a escrever em cima de beats da internet e em 2017 participou do concurso do festival Sons da Rua sendo uma dos 5 finalistas, cantando no mesmo palco que Tássia Reis, Emicida, Criolo, Rael, Rashid e Thaíde. O ano de 2018 marcou tanto o lançamento da sua primeira mixtape [Primeiro Passo] quanto seu primeiro álbum [Entrada Indiscreta].

22/01 (SÁBADO)

Local: Praça Jardim Jangadeiro (Quadra)
Endereço: Rua Emílio Briedes S/N – Jardim São Bento Novo

14h30 – Paula da Paz (@pauladapazoficial)

Cantora e compositora alagoana que há mais de 20 anos se dedica a arte em suas mais diversas linguagens, atuando também no teatro, danças tradicionais brasileiras, dança de Salão e dança Africana.

17h00 – Brisa Flow (@brisaflow)

Brisa Flow é cantora, compositora, escritora e pesquisadora. Mc da cultura hip hop, Brisa é filha de artesãos araucanos, pesquisa e defende a música indígena contemporânea, a arte dos povos originários e o rap como ferramentas necessárias para combater o epistemicídio.

23/01 (DOMINGO)

Local: Praça ao lado da Japan House
Endereço: Avenida Paulista, 52 – Bela Vista

14h30 – Samburbano (@samburbano)

O Samburbano é um encontro mensal realizado desde 2015, no Largo de Santa Cecília, na região central de São Paulo, para celebrar a cultura negra e seus representantes no samba em formato de roda, como é toda a cultura do nosso povo, a exemplo da Capoeira e dos xirês de terreiros de candomblé oriundos da África e radicados no Brasil através da escravização do povo negro.

17h00 – Ana Cacimba (@anacacimba)

Da cena artística de Diadema, periferia de São Paulo, Ana Cacimba é uma artista de origem quilombola e traz uma miscelânea de elementos do ijexá ao afro-samba: um mergulho no universo dos orixás e entidades, com uma voz marcante e mistura fenomenal de sons da
diáspora negra com o indie brasileiro.

24/01 (SEGUNDA-FEIRA)

Local: Largo da Batata
Endereço: Rua Fernão Dias, 628 – Pinheiros

14h30 – Pé de Manacá (@pe_de_manaca)

Pé de Manacá é um grupo de forró de rabeca de São Paulo – SP, composto por quatro mulheres desde 2017. Tendo como sonoridade central a rabeca, instrumento solista precursor à sanfona na história do forró, o Pé de Manacá busca inspiração nas vozes de grandes intérpretes, nos coros femininos característicos das gravações e nas compositoras presentes na história do forró pé-de-serra.

17h00 – Malú Lomando (@malulomando)

Malú Lomando é multiartista: atriz, cantora, compositora, pintora de murais e escritora. Pesquisa, através dessas multilinguagens, o encontro com a essência, a poesia presente nas transformações da vida e o poder da vulnerabilidade como posicionamento.Trazendo para os palcos a carga interpretativa da sua formação como atriz, Malú cria uma atmosfera teatral e ritualística em seu show, transformando o que poderia ser mero entretenimento musical em um espetáculo sensível de vulnerabilidades expostas.

25/01 (TERÇA-FEIRA)

Local: Praça Cohab Faria Lima
Endereço: Rua Mira Estrela 167 – Cohab Faria Lima

14h30 – Masoko (@masokooficial)

MASOKO, palavra que em quimbundo (língua da família banta, falada em Angola pelos ambundos). significa familiar, contemporâneo, nasce com a proposta de criação artistica à partir das manifestações populares que existem aqui em São Paulo, trazida em sua maioria por negros e nordestinos. As letras se constroem em narrativas poéticas do cotidiano da cidade em diálogo com a MPB e relevantes temas sociais ligados a desigualdade social e racismo.

17h00 – Sexy y Blondie

Com influências do afro pop latino-americano, trap e mpb, o show “Sexy y Blondie” conta, numa pegada lovesong, a história de um casal muito caliente que se envolve antes da pandemia num baile de favela. A dupla flerta com a multiplicidade e plasticidade da música brasileira e latina e trabalha com samples, orgânicos, beats e arranjos vocais.

26/01 (QUARTA-FEIRA)

Local: Praça do Mirna
Endereço: Av. Antonio Carlos Benjamin dos Santos, 3059 (Jardim Myrna)

14h30 – Ayana (@ayanaamorim)

Ayana artista #BAyana residente em São Paulo há aproximadamente cinco anos. Cantora, Atriz, Compositora e Performer. A multiartista vem conquistando seu espaço mesclando todas as linguagens que carrega consigo.

17h00 – Camila Trindade (@camilatrindadeoficial)

Cantora, compositora e poeta, Camila Trindade carrega na sua música
ancestralidade e poesia. Vocalista e compositora na Banda 4a Feira de Cinzas, com quem ganhou dois festivais de música brasileira (Festival da Canção – Unifesp 2012 e Festival de Jandira-SP 2014). Integrante do naipe de vozes do Bloco Afro Ilu Obá de Min e do Bloco Nu Vuco Vuco.

27/01 (QUINTA-FEIRA)

Local: Metrô Tiradentes (praça ao lado da saída)
Endereço: Praça Coronel Fernando Prestes, s/n – Bom Retiro

14h30 – Zeferina (@zeferinaoficial)

Zeferina é Cantadeira, Curandeira e Letrista. Sua palavra é reza, cura e gozo. Sua arte valoriza o poder de transformação pessoal e social por meio dos afetos.Cantando, compondo e escrevendo desde a infância, como processo de se entender na sociedade enquanto mulher e negra, Zeferina era uma criança que transformava silêncio e dor em arte. Falava sobre a natureza, os animais e tudo que via. A partir de 2006, já com uma formação de ideologias e militância, a gata começou atuar profissionalmente, recitando, cantando e compondo várias bandas e coletivos.

17h00 – Luana Bayô (@luana_bayo)

Luana Bayô é cantora, compositora e educadora. Uma mulher negra nascida e criada no bairro do Campo Limpo, Zona Sul de São Paulo. Bayô tem um trabalho primoroso, fortemente marcado pela presença da música negra na diáspora. Sua vivência nos sambas de quintais, terreiros e contato com as comunidades tradicionais de matriz africana influenciaram sua trajetória musical e é a partir delas que suas composições autorais ganham força.

28/01 (SEXTA-FEIRA)

Local: Calçada oposta ao Teatro Municipal
Endereço: Barão de Itapetininga, 01 – República

14h30 – Gole Seco (goleseco.oficial)

Gole Seco é um grupo vocal cujos arranjos procuram ir para além do aspecto melódico/harmônico da música, se focando também em minúcias timbrísticas vocais, no silêncio como material musical e na experimentação dos limites da voz como elemento, gerando um palco sonoro potente. As influências musicais vão desde Os Tincoãs (BRA) até Roomful of Teeth (EUA).

17h00 – Maria Beraldo (@mariaberaldo_)

Maria Beraldo revisita o repertório de CAVALA (2018) e apresenta canções inéditas fruto de sua pesquisa nos últimos anos. O show explora sonoridades que vão do pop ao experimental e traz as narrativas lésbicas de Beraldo ressignificadas pelo tempo. Em formato quase acústico Maria Beraldo se apresenta com Marcelo Cabral.

99 e as mulheres – #99MaisMulheres
Entendendo a importância de criar um ambiente seguro para a mulher e discutir medidas de igualdade de gênero, a 99 criou o programa “99 Mais Mulheres”, que tem mecanismos de segurança voltados para motoristas parceiras e passageiras mulheres.

Entre as ações, estão o direito da motorista escolher chamadas de passageiras do mesmo gênero e a doação de corridas grátis com destino às Delegacias da Mulher. Além do projeto Justiceiras, uma rede de acolhimento, apoio e orientação direcionado para nossas motoristas parceiras e passageiras, com a missão de orientar gratuitamente e online mulheres que estejam em situação de vulnerabilidade e violência.

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