Museu do Holocausto dá voz àqueles que foram silenciados

Primeiro Museu do Holocausto do Brasil, o espaço em Curitiba é também um dos únicos que une os eixos de educação, memória e pesquisa sobre o genocídio

Por: Publi
SEGUNDA TERçA QUARTA QUINTA SEXTA DOMINGO
Segunda a quarta, das 8h30 às 11h30 e das 14h30 às 17h30; quinta, das 19h às 21h; sexta, das 8h30 às 11h30 e das 14h30 às 16h30; domingo, das 9h às 12h.

O primeiro Museu do Holocausto no Brasil está em Curitiba. Quem visitar o espaço vai conhecer as diversas histórias dos que pereceram e dos que sobreviveram ao genocídio ocorrido durante a Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945).

Sua existência representa uma sensação equivalente à fala do procurador do Estado de Israel, Guideon Hansner (1915-1990), que declarou: “Estou aqui hoje para falar em nome de seis milhões de judeus que não podem mais se manifestar”, durante o julgamento de Adolf Eichmann (1906-1962).

placa de entrada do museu do holocausto
Crédito: DivulgaçãoNarrativas que não podem ser esquecidas e que devem ser transmitidas às próximas gerações. Foi com este objetivo que nasceu o Museu do Holocausto de Curitiba

Inaugurado oficialmente em novembro de 2011, o Museu do Holocausto tem vocação educativa e uma linha pedagógica bem definida, ao mostrar os acontecimentos da Guerra por meio de histórias de vítimas que têm ligação com Brasil ou Paraná.

O prédio da instituição fica junto ao complexo da nova sinagoga Beit Yaacov e ao lado do Centro Israelita do Paraná.

AS BELEZAS DE UM PASSEIO A PÉ PELO CENTRO HISTÓRICO DE CURITIBA

Carteira de Identidade para Estrangeiro emitida em nome de Sala Reiss no dia 04/01/1949, em Belo Horizonte/ MG, pelos Estados Unidos do Brasil com registro de nacionalidade apátrida
Crédito: DivulgaçãoCarteira de Identidade para Estrangeiro emitida em nome de Sala Reiss no dia 04/01/1949, em Belo Horizonte/ MG, pelos Estados Unidos do Brasil com registro de nacionalidade apátrida

Seu acervo é feito de fotos e objetos pessoais daquele período, que narram pequenas histórias de sobrevivência, salvamentos e resistência física ou espiritual.

A exposição permanente do museu possui 56 objetos expostos e aproximadamente 300 fotos e vídeos. Esses números correspondem a cerca de 5% de todo o acervo.

Semanalmente, o departamento museológico recebe doações de fotos, documentos, passaportes e objetos relacionados às vítimas e ao período histórico do Holocausto. Se você tiver algum material para doar, entre em contato com o museu.

salão interno do museu do holocausto
Crédito: DivulgaçãoO Museu se destaca pela luta contra a intolerância, o ódio, a discriminação, o racismo e o bullying, tão relevante nos dias de hoje

Além desses documentos, o Museu do Holocausto conta com uma biblioteca e uma videoteca, como parte do projeto de centro de referência para o estudo e pesquisa da Shoá (holocausto em hebraico) no Brasil.

O centro cultural também é um espaço contra a desumanização nazista e reforça a luta contra a intolerância, o ódio, a discriminação, o racismo e o bullying, tão relevante nos dias de hoje e fundamental para que o interesse pelas visitas fosse disseminado.

Regularmente, a equipe do espaço organiza seminários e debates, assim como desenvolve materiais pedagógicos que buscam promover uma discussão abrangente sobre o preconceito e a violência ao longo dos séculos 20 e 21.

museu do holocausto
Crédito: DivulgaçãoO centro é a maior referência para o estudo e pesquisa da Shoá no Brasil

A mensagem da instituição ao público curitibano, paranaense e brasileiro é: que a humanidade aprenda a conviver melhor e a respeitar as diferenças de cor, fé, etnia ou posições políticas.

O museu tem entrada gratuita, mas para visitá-lo é preciso agendar sua ida neste link.

O centro cultural fica ali no bairro Bom Retiro. Para chegar lá, chame seu 99 e garanta uma viagem confortável e segura! ;)

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