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Temporada com Péricles e muito mais na programação do Bar Templo

Por: Redação Comunicar erro
SEGUNDA TERçA QUINTA SáBADO
A partir das 21h

O Samba em Rede divulga os destaques da agenda do Bar Templo no mês de julho. A casa, localizada na zona leste da cidade, funciona de segunda a sábado, com entradas até R$30.

Entre os destaques, o cantor Péricles agita o happy hour às segundas-feiras, Reinaldo comanda o samba às quintas e no sábado, dia 20. Ainda há espaço para Toninho Geraes agitar a zona leste no sábado, dia 13.

Confira a lista de destaques abaixo:

  • Segundas-feiras

8, 15, 22 e 29/7 
21h – Péricles

Cantor e compositor de samba e pagode, Péricles ficou conhecido por integrar o grupo Exaltasamba, até hoje considerado um dos maiores grupos de pagode do Brasil.

  • Terças-feiras

9, 16, 23 e 30/7 

21h – Na Alma do Samba

  • Quintas-feiras

4, 11, 18 e 25/7

21h – Pagode do Reinaldo

Natural do Rio de Janeiro, Reinaldo chegou a São Paulo trazendo consigo a experiência dos pagodes de quintal do Cacique de Ramos, bloco histórico do subúrbio carioca. Após 30 anos de carreira, o artista é considerado um símbolo da frente que ajudou a popularizar o gênero na capital paulista.

  • Sábados

13/7 
22h – Toninho Geraes 

Mineiro radicado no Rio de Janeiro, Toninho Geraes possui mais de 250 músicas gravadas e é consagrado como um dos grandes nomes da nova geração do gênero. “Mulheres”, grande sucesso na voz de Martinho da Vila, “Se a fila andar”, gravada pela madrinha Beth Carvalho, e “Toda Hora”, samba que estourou na voz de Zeca, são sambas de sua autoria que tiveram grande repercussão.

20/7
14h – Marquinhos Sensação

O músico começou a carreira cantando em bares, restaurante e rodas de samba da zona norte de São Paulo, além de integrar tradicionais rodas de samba da Barra Funda. Ao lado de cinco amigos fundou o Grupo Sensação, que teve grandes sucessos eternizados na sua voz e nas vozes de compositores como Arlindo Cruz, Ivo Meirelles e Luiz Cláudio Picolé.

21h – Reinaldo

Natural do Rio de Janeiro, Reinaldo chegou a São Paulo trazendo consigo a experiência dos pagodes de quintal do Cacique de Ramos, bloco histórico do subúrbio carioca. Após 30 anos de carreira, o artista é considerado um símbolo da frente que ajudou a popularizar o gênero na capital paulista.