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Auditório Ibirapuera celebra Dia da Mulher com rap e poesia

Por: Redação Comunicar erro

O show da rapper Drik Barbosa ocupa o Auditório Ibirapuera em uma celebração ao Dia Internacional da Mulher. A apresentação lembra o real significado da data e conta com a participação das cantoras Bia Ferreira e Yzalú, além do coletivo Slam das Minas.

Crédito: Luciana FariaCantora e compositora Drik Barbosa traz o repertório do álbum “Espelho” ao palco do Auditório Ibirapuera

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No repertório, cantora e compositora paulistana Drik Barbosa apresenta as canções de seu EP de estreia, “Espelho” (2018). É simbólico que a rapper cante estes versos no Dia da Mulher, em um show que vai lembrar a data para além do seu significado comercial. “É preciso lembrar a luta e a resistência que aquele momento representou”, diz a paulistana de 26 anos.

Os versos que abrem este texto são da faixa “Camélia”, canção que integra o álbum “Espelho”. A letra fala – do ponto de vista de uma mulher negra – sobre encontrar “liberdade” em meio ao racismo e ao machismo. E assim vai se formando o repertório da noite, que lista ainda “Inconsequente”, “Melanina”, “Banho de Chuva” e a faixa-título. O espetáculo terá no centro do repertório as faixas do trabalho de Drik, que transita entre o rap e R&B.

O show

Drik sobe ao palco acompanhada pelo DJ Faul, a backing vocal Kelly Souza e o multi-instrumentista Rodrigo Santos. A cantora, que integra o grupo Rimas & Melodias e chamou atenção na faixa “Mandume”, de Emicida, interpreta ainda singles e colaborações que fez ao longo da carreira. “O EP se chama Espelho porque reflete a minha personalidade e quando levo essas músicas para o palco, diante de tanta gente, é como se houvesse outro tipo de reflexo, identificação e, como consequência, troca”, define Drik.

Participam do show de Drik, a cantora, compositora, multi-instrumentista e ativista Bia Ferreira, que canta sobre o feminismo negro. A artista define sua arte como “MMP: Música de Mulher Preta”. Assim, Bia usa sua música para educar, conscientizar e informar a respeito das demandas de luta do movimento antirracismo.

A cantora, rapper, compositora e violonista Yzalú também traz seu Rap e da sua “Música Contemporânea Brasileira”. Ela vem para reforçar voz ao movimento feminista negro, transitando entre a música (pra se emponderar) e a transformação social.

O coletivo Slam das Minas – SP é formado pelas artistas Pam Araújo, Carol Peixoto, Mel Duarte, Luz Ribeiro e Jade Quebra. O grupo nasceu em 2016, no mês da mulher, para criar um espaço de voz e acolhimento para mulheres. Além disso, a ideia é garantir uma vaga feminina para o Slam, os campeonatos de poesias.

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