Heráclito, o filósofo do fluxo, já avisava sobre a aceitação das mudanças: “Ninguém se banha duas vezes no mesmo rio”
A fruta que parece um chiclete de morango, não tem aquela semente chata e não amarga no fundo da boca
Fim dos nomes americanos difíceis de escrever: a preferência agora é por nomes italianos mais sonoros e fáceis de soletrar no cartório
Nietzsche, o filósofo da vontade, já questionava a força de cada um: “Aquele que tem um porquê para viver pode suportar quase qualquer como”
A fruta que tem cor de mel, solta a casca sem esforço nenhum e não deixa aquele cheiro forte que gruda na mão
Fim dos nomes inventados que causam confusão: a preferência agora é por nomes espanhóis mais clássicos e com muita personalidade