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13 coisas que as mulheres farão para evitar assédio no Carnaval

Conheça a campanha #CarnavalSemAssédio, criada pela Catraca Livre há 5 anos para lutar contra o machismo durante a folia

Por: Superela
Crédito: MesquitaFMS / iStockMulheres se mobilizaram nos últimos anos para curtir o Carnaval com respeito e sem assédio

Só vamos parar de incentivar campanhas anti-assédio (como o #CarnavalSemAssédio, da Catraca Livre) quando, de fato, o assédio não for mais lugar comum na relação entre homens e mulheres no dia a dia. Este ano, já percebemos a necessidade de continuar levantando essa bandeira (pelo menos por enquanto) e ajudar as mulheres a se manterem seguras, mesmo nos momentos de folia, e evitar o assédio no Carnaval.

Para isso, pensamos em uma série de ações que, muito provavelmente, as mulheres vão colocar em prática durante o feriado para não serem assediadas. Essas práticas podem servir tanto para todos entenderem como é complicado ser mulher no mundo atual, como também para que você, mulher, que vai sair por aí arrasando nos bloquinhos, consiga aproveitar a festa levando em consideração alguns pontos importantes.

Veja abaixo:

O que as mulheres vão fazer para evitar o assédio no Carnaval:

1. Não andar sozinha na rua à noite, mesmo entre multidões;

2. Ficar atenta durante o bloquinho, para não ser pega de surpresa;

3. Andar sempre com alguém próximo, mesmo durante o dia, para o caso de ser pega de surpresa;

4. Levar o celular bem perto do corpo e com uma tela de acesso rápido com números de emergência, caso necessário (clique aqui para saber como fazer isso no Android e aqui para o iOS);

5. Prestar atenção se existem postos policiais nas proximidades;

6. Levar um apito, para ser usado como um alarme em uma situação de perigo (sua ou de outras mulheres);

Continue lendo aqui: 13 coisas que elas vão fazer para evitar assédio no Carnaval

Texto escrito por Marcela De Mingo e publicado no Superela.

Campanha #CarnavalSemAssédio

Este ano é um marco: estamos na quinta edição da campanha #CarnavalSemAssédio, e, diferentemente de 2016, quando tudo começou, podemos afirmar que esta se tornou a pauta obrigatória quando se fala em Carnaval. Assédio não deve ser tolerado em situação nenhuma e nosso objetivo é mostrar que isso deve ser aplicado a cada bloco, a cada desfile, a cada baile.

Catraca Livre, em parceria com a produtora Rua Livre e a Prefeitura de São Paulo, com apoio oficial da 99, levará para as ruas, pelo segundo ano consecutivo, a força-tarefa dos Anjos do Carnaval. A equipe, voluntária e treinada, será responsável por acolher e orientar mulheres e LGBTs vítimas de assédio; do alto de trios elétricos de blocos parceiros, eles também ajudarão a identificar assediadores.

Em 2020, a ação dos Anjos cresceu: além de São Paulo, que se tornou o principal destino de Carnaval do país, teremos voluntários também em blocos de Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro e Salvador. Saiba mais aqui.

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