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Bolsonaro encontra tempo para responder provocação de Leonardo DiCaprio

Com todas as responsabilidades que um presidente deve ter, ainda mais em situação de crise como no Brasil, Bolsonaro achou um tempinho para lacrar

Por: Redação

Com uma suposta agenda presidencial corridíssima, em vista de que o Brasil enfrenta uma crise financeira descontrolada, o presidente da República Jair Bolsonaro (PL) encontrou tempo para responder as provocações do ator Leonardo DiCaprio pelo Twitter.

dicaprio e bolsonaro
Crédito: ReproduçãoBolsonaro encontra tempo na sua agenda presidencial para responder Leonardo DiCaprio no Twitter

O galã de Hollywood fez uma publicação nesta quinta-feira, 28, convocando a população brasileira a regularizar o título de eleitor, e chamou a atenção para a situação da mudança climática que ocorre no mundo e da importância da Amazônia.

“O Brasil abriga a Amazônia e outros ecossistemas críticos para as mudanças climáticas. O que acontece lá é importante para todos nós e o voto dos jovens é fundamental para impulsionar a mudança para um planeta saudável. Para saber mais sobre o registro de eleitores no Brasil antes de 4 de maio, visite o site”, escreveu.

Com tempo de sobra na agenda, aparentemente, Bolsonaro resolveu deixar seus compromissos de lado e responder DiCaprio, numa resposta daquelas bem “lacradoras”.

“Obrigado pelo apoio, Léo! É muito importante ter todos os brasileiros votando nas próximas eleições. Nosso povo decidirá se quer manter nossa soberania na Amazônia ou ser governado por bandidos que servem a interesses especiais estrangeiros. Bom trabalho em ‘O Regresso’!”

“A propósito, a foto que você postou para falar sobre os incêndios florestais na Amazônia em 2019 é de 2003. Tem gente que quer prender brasileiros que cometem esse tipo de erro aqui em nosso país. Mas sou contra essa ideia tirânica. Então eu te perdoo. Abraços do Brasil!”.

É importante destacar que, com base em dados do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), que monitora a região por meio de imagens de satélites, a floresta amazônica viveu em 2021 o seu pior ano em uma década. De janeiro a dezembro, foram destruídos 10.362 km² de mata nativa, o que equivale a metade de Sergipe.

Apenas em relação a 2020, ano em que o desmatamento na Amazônia já havia ocupado a maior área desde 2012, com 8.096 km² de floresta destruídos, a devastação em 2021 foi 29% maior.

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