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Miliciano morto estava em sítio de vereador do PSL

Gilsinho da Dedé afirmou que não sabia que Adriano Nóbrega usava sua propriedade como refúgio

Por: Redação

Adriano da Nóbrega, ex-policial militar acusado de chefiar um grupo de matadores suspeito de envolvimento com a morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, morreu na manhã deste domingo, 9, em confronto com a polícia, na cidade de Esplanada (BA). Ele estava na propriedade de Gilson batista Lima Neto, vereador do PSL conhecido como Gilsinho da Dedé.

armas
Crédito: Divulgação/SSP-BAArmas encontradas pela PM-BA com o miliciano neste domingo

O vereador disse à Folha que estava em Recife e que ficou sabendo que o miliciano estava em sua propriedade por meio de um vizinho, depois que a ação policial aconteceu. Ele estava foragido há mais de um ano.

Nesta tarde, Paulo Emílio Catta Preta, advogado de defesa de Adriano Nóbrega, disse que o seu cliente contou em uma ligação que tinha certeza de que havia um plano de “queima de arquivo” contra ele. A viúva de Nóbrega fez o mesmo relato a Catta Preta.

O miliciano morreu neste domingo, 9, após confronto com policiais militares na zona rural de Esplanada. Ele foi baleado e socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. O ex-PM era apontado como chefe do chamado Escritório do Crime.

Ligação com a família Bolsonaro

Adriano atuou no 18º Batalhão da PM com Fabrício Queiroz, o ex-assessor de gabinete de Flávio Bolsonaro, investigado por lavagem de dinheiro na Assembléia Legislativa do Rio (Alerj).

A mãe e a mulher do miliciano trabalhavam no gabinete do filho do presidente e teriam sido contratadas por indicação de Queiroz.

Em 2015, mãe de Adriano foi nomeada assessora da liderança do PP, ao qual Flávio era filiado

Nóbrega estava sendo procurado após uma denúncia ao Ministério Público por atuar com grilagem de terras; compra, venda e aluguel irregular de imóveis; cobrança irregular de taxas da população local; e extorsão e na receptação de mercadoria roubada na comunidade Rio das Pedras.

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