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No Maranhão, escolas que homenageavam ditadores são rebatizadas após 51 anos do golpe militar

Ditadura nunca mais: escolas maranhenses que homenageavam militares escolhem novos nomes como Vinicius de Moraes e Paulo Freire

Por: Redação

Castelo Branco, Emílio Garrastazu Médici, Artur da Costa e Silva ou Ernesto Geisel são alguns nomes que talvez um dia você tenha escutado na aula de história.

Em todo Brasil, eles ainda estampam placas de ruas, avenidas, pontes, viadutos em meio a inúmeras homenagens que lembram o legado deixado por suas contribuições para a “democracia” entre os anos de 1964 a 1985 – período referente às duas décadas da ditadura militar, que além do cerceamento da liberdade de expressão, cassação dos direitos políticos e desaparecimento de centenas de opositores, resultou em um dos períodos mais controversos, lamentáveis e repugnantes da história recente brasileira.

Reprodução - Pragmatismo Político
Em São Paulo, ato pede substituição de placas que homenageavam colaboradores da ditadura militar

Neste dia 1º de abril, que marca os 51 anos do Golpe Militar, as escolas estaduais do Maranhão que até então homenageavam ditadores da época do regime serão rebatizadas por meio de uma proposta idealizada pelo governador Flávio Dino (PC do B). Assim, os responsáveis pelas unidades de ensino poderão escolher um novo nome para suas escolas que não prestem reverência a autores de crimes contra os direitos humanos.

Antes Castelo Branco, hoje Vinícius De Moraes

Em em nove municípios maranhenses, dez instituições possuíam nomes de ex-presidentes do regime militar. Na capital maranhense,   a Escola Estadual Marechal Castelo Branco passará a se chamar Unidade Jackson Lago (ex-governador do estado). Em Imperatriz, o então Centro de Ensino Castelo Branco se tornará Centro de Ensino Vinícius de Moraes.

Na cidade de Timbiras, a escola batizada com o nome do ex-presidente Emílio Garrastazu Médici será, a partir de hoje, Centro de Ensino Paulo Freire.

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