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Dimenstein: tuíte mostra doença mental de Carlos Bolsonaro

Filho de Bolsonaro demonstra sintomas claros de síndrome paranoide, capaz de ver inimigos imaginários

Não é a primeira vez que venho aqui dizer que Carlos Bolsonaro revela sinais inequívocos de distúrbios mentais –e sérios.

Não vai aqui nenhum exagero.

Ele demonstra sintomas claros de síndrome paranoide, capaz de ver inimigos imaginários.

Crédito: Reprodução/TwitterCarllos Bolsonaro com o pai durante passeio de moto-aquática

Nesse último tuíte, Carlos chega a endossar a suspeita de que o GSI, comandado pelo general Heleno, mais próximo assessor de seu pai, estaria envolvido com o tráfico de drogas.

Isso explicaria o embarque do 39 quilos de cocaína num avião da FAB, apreendidos na Espanha.

Veja publicou recentemente que Carlos Bolsonaro teria sido diagnosticado com bipolariade, que o faria oscilar da depressão para euforia num mesmo dia.

Note que, no post, ele se vê ameaçado de morte.

Esse é o tuíte:

“Por que acha que não ando com seguranças? Principalmente aqueles oferecidos pelo GSI? Sua grande maioria podem até ser homens bem intencionados e acredito que sejam, mas estão subordinados a algo que não acredito. Tenho gritado em vão há meses internamente e infelizmente sou ignorado”, escreveu o vereador, que ainda completou: “Há muito mais nisso tudo! Mas se viemos aqui para deixar uma mensagem! Creio que essa faz parte dela, mesmo que isso custe minha vida!”.

Essa suspeita de Carlos apareceu como resposta a um perfil chamado de “Snapnaro”, que, por sua vez, compartilhou um vídeo da jornalista Regina Villela.

Regina, no vídeo, se refere ao suposto envolvimento do GSI, bem como de parte da FAB e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no caso do tráfico internacional de drogas.

“Esse peão [o sargento que pilotava o avião com cocaína] foi colocado nessa viagem para apenas desestabilizar Bolsonaro”, disse a jornalista, dizendo que todos os voos da FAB passam por inspeção dos órgãos citados.