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Brasileiro que vendia picolés na rua fatura mais de R$ 20 milhões com rede de sorveteria

Por: Silvia Melo

O caminho para o empreendedorismo começou a ser trilhado muito cedo. Aos 12 anos, Émmerson Serandin já saía pelas ruas de Matão, cidade do interior de São Paulo, vendendo picolés no carrinho. Hoje, aos 34 anos, ele é dono de uma rede de sorveterias, que faturou no ano passado mais de R$20 milhões.

A primeira loja da rede Ice Creamy nasceu em 2014, em Catadanduva, a 384 km da capital paulista. Serandin precisou de R$50 mil para dar início ao negócio. A expertise veio depois de dois cursos no exterior.  “Fui estudar na Itália, onde fiz um curso de mestre sorveteiro, e nos Estados Unidos, onde estudei varejo, experiência de consumo e o preparo do sorvete na pedra”, conta Serandin.

Sorvete na Pedra

O conceito de sorvete na pedra é o diferencial da marca e uma de suas identidades. Muito apreciado no exterior, esse tipo de preparo é o que seduz o cliente, que pode acompanhar de perto toda a montagem de seu sorvete em uma pedra congelada.  Por cima dessa superfície, os atendentes, misturam ingredientes com espátulas até que uma massa homogênea se forme.

Para tornar o processo ainda mais atraente, a equipe de funcionários realiza brincadeiras durante o preparo de cada receita. “Queremos que o cliente vivencie uma experiência de consumo diferente e inesquecível, que fuja do convencional quando ele quiser se refrescar com um sorvete”, explica Serandin.

Além do sorvete na pedra, que possui menos gordura e até 50% menos açúcar, a rede conta com picolés e outros produtos diferenciados, como sanduíche de sorvete.

A rede, que se tornou franquia, conta hoje com 40 lojas espalhadas pelo país. O custo para abrir uma unidade da marca é a partir de R$50 mil (inclusos taxa de franquia, instalação e capital de giro), segundo a empresa. O faturamento médio mensal é de R$ 35 mil, com lucro lucro médio de R$5 mil por mês. O prazo de retorno do investimento é de até 12 meses.

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