De volta à “Geração Beat”

30/05/2011 02:59
DivulgaçãoFoto do livro "Os Beats" de Harvey Peakar
Foto do livro "Os Beats" de Harvey Peakar

Eles foram influenciados pela contracultura dos anos 60. Não se preocupavam se seu texto fazia sentido, e se preocupavam menos com o sentido que suas vidas tomavam. Escreviam muito, bebiam muito e tinham como principal objetivo curtir a vida adoidado. Se você acha que estou falando de Jack Kerouac, Allen Ginsberg e William S. Burroughs, você está certo. Mas, mais do que isso, quero falar sobre a “Geração Beat”.

Existencialistas no sentido mais literal da palavra, esses autores fizeram parte de uma das principais correntes literárias da pós-modernidade. Com textos irreverentes e pouco preocupados com a estética, a “Geração Beat” ficou marcada por clássicos da literatura como “On The Road” de Kerouac, “Naked Lunch” de Burroughs e “Howl” de Ginsberg.

A intenção desses autores era viver exatamente aquilo que escreviam. Ainda que para isso fosse necessário chegar próximo ao suicídio. E isso explica bem o termo “beat”. Muito defendem que a palavra remete a “cansado”. Mas os fãs de Kerouac acreditam no sentido poético, e assumem a “batida” como principal significado do nome que tornou os escritores conhecidos. E na batida de Nova York dos anos 60, a “Geração Beat” deixou seu legado.

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