4 personalidades históricas que são bem ‘boas de cama’

Por: Redação Comunicar erro

Além de seus feitos para a humanidade, descobertas ou invenções, algumas personalidades também ficaram conhecidas por serem “boas de cama”. O site Cracked reuniu algumas delas, com tradução do Mega Curioso. Confira:

1. Benjamin Franklin

De acordo com a autobiografia de Franklin, o inventor norte-americano adorava passar parte de seu tempo sob os lençóis. A obsessão por sexo teve início quando era adolescente e conheceu o universo da prostituição. Aos 18 anos, ele fez um tour sexual com o amigo James Ralph, durante uma viagem a Londres. Alguns estudiosos dizem que ele se casou somente para poder fazer sexo sempre que quisesse.

Quando foi morar em Paris em 1776, mesmo com seus 70 anos Franklin continuou a realizar seus desejos. Segundo John Adams, que esteve ao lado de Franklin em Paris, era impossível marcar algo com ele, pois estava sempre cercado de mulheres.

2. Condessa de Castiglione

A fama da jovem Virgínia Oldoini, que nasceu em uma família nobre, na Toscana, em 1837, começou quando, aos 18 anos, seu primo teve a ideia de fazer com que ela fizesse sexo com Napoleão III. Na época, estava casada com um homem 12 anos mais velho.

A condessa concordou com o plano e conseguiu ser amante de Napoleão por mais de um ano. Acredita-se que Napoleão enviou tropas com a missão de unir a península. Depois desse episódio, os homens se jogavam aos pés de Virgínia, oferecendo grandes quantias em troca de uma noite de aventuras com ela. O marido continuava sendo traído…

3. Rasputin

O polêmico russo era conhecido por ser uma “máquina de sexo”, pois teve relações sexuais com quase todas as mulheres da região onde morava. Mesmo casado e com filhos, ele foi de cidade a cidade e transava com qualquer pessoa que aparecesse, inclusive com mulheres e com alguns homens da realeza.

Outra coisa curiosa sobre Rasputin era a obsessão que ele tinha pelo próprio pênis. Dizem que o pênis de Rasputin media, flácido, quase 30 cm, e tinha uma grande verruga na ponta – o que seria seu maior atrativo. Vai entender.

4. Rainha Nzinga

Ana de Sousa, como também é conhecida, nasceu em Angola, em 1583. Quando o pai de Ana morreu em 1618, os portugueses estavam a caminho da África para sequestrar africanos e os vender como escravos. Durante 40 anos, Nzinga ajudou seu povo a lutar contra os invasores portugueses.

Ela nunca namorou ou se casou, mas isso não foi problema. A líder da tribo fez um harém gigantesco para si, com vários homens à sua disposição. Outra curiosidade é que ela fazia com que seus submissos sexuais se vestissem de mulheres.

Leia o texto completo aqui.

Compartilhe:

1
04:50
‘Evelyn’: um filme sobre como superar uma tragédia familiar
"Evelyn" é uma história familiar que discute, sob um olhar extremamente pessoal e sensível, o reflexo de um suicídio na …
2
11:28
Netflix: 4 motivos para assistir o filme de Breaking Bad
Está ansioso para assistir "El Camino: A Breaking Bad Film"? Pode ficar tranquilo que a estreia mundial pela Netflix é …
3
04:44
Netflix: nova temporada da série ‘Explicando’ investiga a mente humana
https://youtu.be/W7LcbbWltb0
4
04:20
Netflix: “Life Animated”- uma história sobre autismo, Disney e amor
Hoje a dica do "Cultura em Casa" é um documentário lindo que vai surpreender você: "Life Animated". O filme conta a …
5
04:50
Netflix: “Indústria Americana” mostra choque de culturas
https://www.youtube.com/watch?v=VWbbLQ3xLNo Hoje a dica do "Cultura em Casa" é o documentário "Indústria Americana", lançamento original da Netflix. O filme mostra o …
6
05:26
Como os Beatles mudaram a minha vida — parte 3
Como seria o mundo sem a inovação e energia que a música ganhou pós-Beatles. Imaginou? E se as pessoas também …
7
06:05
Prepare-se: ‘Matrix 4’ vem aí com Keanu Reeves confirmado no elenco.
Você assistiu aos filmes da trilogia "Matrix"? Hoje a dica do "Cultura em Casa" é um convite para você mergulhar …
8
05:14
Como os Beatles mudaram minha vida: parte 2
Como seria o mundo sem a inovação e energia que a música ganhou pós-Beatles. Imaginou? E se as pessoas também …