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Após polêmica, Sérgio Reis diz que não é ‘puxa saco de Bolsonaro’

Além da repercussão negativa nas redes sociais, Sérgio Reis afirmou que 4 shows e 2 comerciais foram cancelados após o vídeo vazado

Por: Redação
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Após o vazamento do vídeo em que convoca manifestações a favor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e com isso seu cancelamento nas redes sociais, o cantor Sérgio Reis se pronunciou sobre o assunto, em entrevista exclusiva ao site Congresso em Foco, nesta quarta-feira, 18, e afirmou que não é ‘puxa saco de Bolsonaro’.

Crédito: Reprodução/Instagram @sergioreisoficialApós polêmica, Sérgio Reis diz que não é ‘puxa saco de Bolsonaro’

No vídeo vazado, o ex-deputado federal pelo Republicanos, convoca caminhoneiros e a população para irem às ruas em defesa do governo Bolsonaro e pedir o impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Sérgio Reis diz que se reuniu com produtores de soja, além do presidente Jair Bolsonaro, e “todos os ministérios, ministro da Defesa, generais do Exército, Marinha e Aeronáutica”.

“O Brasil inteiro vai estar parado. Ninguém trafega, ninguém sai. Ônibus volta para trás com passageiros. Só vai passar polícia federal, ambulância, bombeiro e cargas perecíveis. Fora isso, ninguém anda no Brasil”, ameaçou Sérgio Reis.

Após seu cancelamento nas redes sociais, e o recebimento de diversas críticas, inclusive de colegas artistas e políticos, Sérgio Reis, então, falou em ‘erro’, na entrevista ao Congresso em Foco.

“Eu errei mesmo, errei muito. Não devia ter falado, porque as pessoas pensam… Falei com um amigo. Ele postou num grupinho. Um amigo da onça. É da vida. Estão me ameaçando, pensando que estou com medo. Mas não me escondi. Estou aqui em casa, não agredi ninguém. Arco com minha responsabilidade”, disse.

Além da repercussão negativa nas redes sociais, Sérgio Reis afirmou que 4 shows e 2 comerciais foram cancelados após o vídeo vazado. “Querem me massacrar. Já estou tendo prejuízo. Cancelaram quatro shows e dois comerciais que ia fazer agora. Tiraram do ar um que faço para um supermercado de Curitiba. Vão tirar por um mês do ar e esperar para ver o que acontece”, contou o artista em entrevista exclusiva ao Congresso em Foco.

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