Candidata de concurso usa deficiência contra preconceito
Madeline Irwin, de 22 anos, nasceu com artrogripose múltipla congênita (AMC), uma condição que se caracteriza por múltiplas contraturas articulares e pode incluir fraqueza muscular e fibrose.
Nesta semana, a jovem realizou um sonho ao competir em um concurso de beleza, o Miss Washington, usando sua deficiência como plataforma para quebrar estigmas e preconceitos.
Apesar de não ter vencido o título, Irwin participou do concurso mostrando orgulhosamente sua condição, que não permite que ela estique braços, costas, pernas e mãos.
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Ao “Daily Mail“, a jovem contou que passou anos tentando se esconder e passar desapercebida, até que encontrou forças para aceitar sua condição e amar-se cercando-se de pessoas positivas. “Existe muito estigma em torno da palavra ‘deficiente'”, disse ela, justificando a participação no concurso e a vontade de lutar para romper com esses preconceitos.
Agora, a jovem usa a palavra “deficiência” para empoderar-se e encorajar outros a fazerem o mesmo. “Eu não sou bonita APESAR da minha deficiência. Na verdade e de várias maneiras, eu sou bonita por causa dela”, declarou a estudante à publicação. “A minha doença não me define, mas é uma parte importante de quem eu sou.”
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