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Críticas de Henrique Fogaça são para ‘justificar fracasso’, diz shopping

"O Sr. Fogaça procura criar um clima falso e artificial para fugir das obrigações", diz o shopping

Por: Redação

O grupo Multiplan, operador do shopping Villagemall, no Rio de Janeiro, afirmou que as críticas de Henrique Fogaça são para ‘justificar seu fracasso’. A empresa emitiu uma nota, após o chef, dono do restaurante Sal Gastronomia anunciar que irá fechar a unidade que mantém no shopping e demitirá mais de 200 funcionários.

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Crédito: Reprodução/InstagramCríticas de Henrique Fogaça são para ‘justificar fracasso’, diz shopping

“O que emerge com contundente clareza é que, na falta de melhores argumentos que justifiquem o seu fracasso no Rio de Janeiro, o Sr. Fogaça procura criar um clima falso e artificial para fugir das obrigações contratuais que decorrerão da sua decisão unilateral de rescindir o contrato”, ressalta o comunicado da operadora do Shopping.

Fogaça contou, em entrevista ao Canal do Datena, no Youtube, que após 4 meses já soma R$ 500 mil em prejuízo e criticou as cobranças que o shopping faz para o empresário ter sua loja no estabelecimento. “É complicado; o shopping é tipo um sócio seu, participa com 8% de faturamento do grupo, tem que pagar ajuda de fundo, etc. Shopping explora e suga tudo”, afirmou.

Após a declaração de Henrique Fogaça, a empresa dona do Shopping afirmou, em nota para o portal UOL que foi flexível nas negociações e que concedeu “enormes vantagens para seus lojistas” no início da pandemia do novo coronavírus.

“A Multiplan fez substancial aporte em dinheiro para custear as instalações, e ajustou condições especiais na locação, que na época mostraram-se totalmente vantajosas para ele e seus demais sócios, e foram aceitas por todos. Durante esses quase dois anos inexistiu qualquer questionamento, e pedidos pontuais foram analisados e discutidos sempre de comum acordo”, afirma o grupo.

De acordo com a Multiplan, o shopping “cobrou 50% do aluguel e encargos condominiais comuns, sendo isento o fundo de promoção”, por ter permanecido aberto durante 15 dias. “Nos meses de fechamento total do shopping, foi cobrado 50% dos encargos condominiais comuns, e isento o aluguel e fundo de promoção”.

Ainda segundo o grupo que é dono do shopping, um dos sócios de Fogaça no restaurante pediu mais ajuda e que a empresa concedeu condições especiais para os seis meses após o retorno das atividades.

Após as declarações do grupo dono do Shopping, Henrique Fogaça ainda não se pronunciou.