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Sheila Mello recebe críticas machistas por nova tatuagem e rebate

"O corpo é meu, quem decide sou eu”, afirmou a ex-dançarina do grupo É O TCHAN

Por: Redação

Sheila Mello recebe críticas machistas na web, após divulgar sua nova tatuagem, não se cala e dá resposta à altura. A ex-dançarina do grupo É o Tchan, publicou em seu perfil no Instagram a foto da arte eternizada em seu corpo nesta quinta-feira, 5.

sheila mello tatuagem
Crédito: Reprodução/InstagramSheila Mello recebe críticas machistas por nova tatuagem e rebate

No comentários, alguns seguidores criticaram sua escolha. “Como estragar um belo corpo. Fica parecendo um mural pichado. Que lástima”, disparou um internauta. “Seu corpo é perfeito, não precisa”, opinou outro. “Que feio!”, comentou mais um.

Na legenda do próprio post, Sheila Mello deu seu recado: “Meu corpo, minhas regras. O corpo é meu, quem decide sou eu”.

Apesar das criticas, diversos internautas também elogiaram a dançarina.

Por que é importante lutar contra o machismo

Com a popularização de campanhas feministas, a luta contra o machismo tem ganhado cada vez mais força. O aumento das denúncias de assédio sexual, violência doméstica e estupro fortaleceu o movimento e também revelou que as agressões persistem no dia a dia de grande parte das mulheres.

Mas, afinal, o que é machismo? O que faz uma pessoa ser ou reproduzir falas machistas? Por que é importante lutar contra o machismo? A Catraca Livre vai te explicar tintim por tintim.

O que machismo?

O machismo é o preconceito que se opõe à igualdade de direitos entre os gêneros, favorecendo o gênero masculino em detrimento ao feminino. Em bom português: é toda a opressão sofrida por mulheres e produzida por homens.

Por exemplo, uma pessoa machista é quem acredita a mulher não deve se portar e ter os mesmo direitos de um homem ou que julga a mulher como é inferior ao homem em aspectos físicos, intelectuais e sociais.

O pensamento machista é totalmente cultural e pode vir de todo canto da sociedade, independente da classe social, posição política, religião ou família.

Por ter sido tratado como algo normal por muito tempo, há apenas algumas décadas esse comportamento é problematizado, especialmente pelos movimentos feministas, que lutam pela igualdade de gênero.

E mesmo com o avanço da luta feminista, não é todo mundo que concorda que o machismo deve ser combatido. Isso faz com que, mesmo com os esforços feministas, ele ainda esteja presente em tantos ambientes.