A atriz Regina Duarte estrelará a próxima leitura dramática do projeto CAIXA Cênica, ciclo de leituras dramáticas da CAIXA Cultural que reúne atores consagrados e estudantes de teatro e que nesta temporada comemora o Ano da França no Brasil. A leitura será da peça “Os Filhos de Eduardo”, de Marc-Gilbert Sauvajon, com direção de Marco Antonio Braz. A entrada é Catraca Livre.

divulgaçãoRegina Duarte

Créditos: Regina Duarte

Regina Duarte

CAIXA Cênica, iniciativa da CAIXA Cultural de incentivo à arte dramática e à aproximação entre artista e espectador, vem, há quatro anos, propiciando ao público o contato com textos teatrais de renome e pouco encenados através de leituras dramáticas gratuitas.

Com curadoria de Maria Eugênia di Domenico, este ano todo foi reservado para homenagear as peças francesas encenadas no país, em virtude da comemoração do Ano da França no Brasil. O ciclo integra o calendário oficial de comemorações do Ministério da Cultura. A programação do primeiro semestre traz textos sob o subtítulo “À Moda da França – Os Estilistas da Comédia”, com comédias de grandes autores como Feydeau, Labiche, Barrilet et Grédy, Sardou e Magnier.

O texto

A peça faz uma crítica bem-humorada à hipocrisia e ao falso moralismo da sociedade. Conta a história de uma mãe (Denise) emancipada e avançada e seus três filhos, Walter, Marina e Bruno, que vivem à sombra da imagem do pai Eduardo, cujo retrato, pintado a óleo, marca presença na parede da sala. Quando Walter e Marina contam que vão se casar, respectivamente, com Helena e Roberto Douchemim, Denise, com medo da mistura entre famílias, revela que cada um de seus filhos veio de um pai diferente e que o retrato na sala não era do pai deles e sim uma pechincha que ela comprara em um antiquário. Denise então resolve reconquistar um dos três ex-amantes com quem teve seus filhos para que a matriarca da tradicional família Douchemim não descubra que ela foi mãe solteira e impeça os casamentos. Tanto esforço mostra-se uma perda de tempo quando a Sra. Douchemim faz uma revelação inesperada.

Regina Duarte faz leitura dramática