Dias 4 e 5 de junho. Quinta e sexta, às 21h, O músico, pesquisador, professor e luthier, Di Freitas apresenta-se no SESC Ipiranga dentro do projeto Ser Tão Cariri.

O músico estudou violoncelo e violão clássico no centro de formação do SESI Fortaleza. Tocou no “Syntagma”, grupo que trabalha com a relação entre música antiga e música nordestina. Integrou a Orquestra Filarmônica de Goiás atuando como arranjador e músico. Em Juazeiro do Norte, desenvolve trabalho de experimentação musical com materiais alternativos, pesquisa iniciada na APAE. Lançou em 2007, ao lado da cantora lírica italiana Francesca Della Monica, o Cd “Ultraexistir”. Pelo Selo SESC lançou recentemente o CD Alumioso, acompanhado de músicos como Lincoln Antonio, Ari Colares, Éder “O” Rocha e Juliana Amaral. Nesse show, Di Freitas se apresenta acompanhado da Orquestra de Rabecas SESC - Cego Oliveira, trabalho desenvolvido por ele no SESC de Juazeiro do Norte, Ceará.

No dia 6, sábado, às 20h, a Cia. do Tijolo apresenta o espetáculo cênico musical Cante Lá que eu Canto Cá, que fala de Mané Besta, um personagem que perdeu seu grande amor por não conseguir enxergar seus olhos. Fala também das mãos calejadas e das mãos preguiçosas de vergonha alheia; da cabeça que pensa onde os pés pisam; das reflexões do poeta e da arte de versejar; do coração que segue caminhos enviesados e das festas do sertão, onde a música e o ritmo interagem com o público de forma tão estreita, que quase não existe a separação de palco e plateia.

Ser Tão Cariri

Di Freitas e a Orquestra de rabecas de Sesc  Cego Oliveira
Dias 4 e 5 de junho. Quinta e sexta, às 21h.

Cante lá que eu canto cá
Dia 6 de junho. Sábado, às 20h.

Ser Tão Cariri em junho