Eu já falei aqui no Superela o que me fez ir de encontro ao minimalismo, e o que é esse estilo de vida que vem ganhando espaço na nossa sociedade. Mas caso você ainda não tenha lido o meu último texto, posso explicar novamente:

minimalismo é uma forma de viver que busca simplificar todas as áreas da nossa vida, desde a parte prática e tangível até os relacionamentos e vida virtual. O objetivo é descartar o acessório e ficar apenas com o essencial e consequentemente ter uma vida mais saudável.

Um exemplo prático é o número de sapatos que uma pessoa possui. Pra quê ter 40 pares de sapatos ocupando espaço e demandando mais tempo para organização e limpeza dos mesmos, se eu uso realmente apenas oito pares? Se são apenas oito pares que me trazem bem-estar e felicidade ao usá-los? Isso é apenas um exemplo. O mesmo vale pare utensílios de cozinha, roupas de cama, mesa e banho, acessórios pessoais, redes sociais e relações.

A sociedade atual possui um fluxo enorme de informações e um consumismo progressivo.

Mas temos nossos limites, não é mesmo? O nosso tempo é limitado a 24 horas diárias. Em quê estamos investindo? Em coisas que realmente nos são necessárias? Caso não, é hora de repensar isso aí e passar a ter mais consciência em onde investimos nosso bem mais precioso.

No meu último texto, eu também falei sobre o destralhe, que é a prática de descartar (seja através de doação, vendas ou mesmo jogando fora quando não é possível a reutilização) tudo aquilo que está parado na nossa casa, tomando nosso tempo e ocupando espaço. Mas agora eu quero falar sobre uma mudança de comportamento que também faz parte do minimalismo: compras conscientes. Dentro disso aí, eu vou falar pra vocês quais são as coisas que eu não compro mais e vou explicar o porquê.

Vamos nessa!

1. Caixas organizadoras

Bom, isso pode parecer um tanto controverso, mas caixas organizadoras podem fazer com que acumulemos mais e mais coisas, nos dando uma falsa sensação de organização. A ideia do minimalismo não é simplesmente a organização. Inclusive o ideal é que deixemos tudo o que temos em casa fácil de ser visto por nossos olhos para que simplesmente saibamos o que temos e se realmente precisamos daquilo ou não. Claro que certas coisas precisam mesmo ser guardadas em caixinhas, como alfinetes, brincos, agulhas etc. Mas precisamos tomar o cuidado de não tornar caixas depósitos de coisas não essenciais. Eu optei por não tê-las mais.

2. Cintos

Continue lendo aqui: Minimalismo - 7 coisas que eu não compro mais

  • Veja também:

13 Dicas de organização para arrumar sua casa já

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