Depois de três anos de obras, o Solar da Marquesa de Santos, ao lado do Pateo do Collegio, no centro, reabre para visitação no dia 19.

Na inauguração, a mostra será sobre a própria marquesa Domitila de Castro Canto e Melo, célebre amante de Dom Pedro 1º, com exposição de seus objetos pessoais.

A marquesa de Santos foi dona do imóvel de 1834 a 1867 e as festas que promovia se tornaram famosas. Depois de sua morte, em 1867, o solar sofreu reformas que mudaram a estrutura original local.

Segundo a prefeitura, não foi possível fazer um restauro que reproduzisse características originais de qualquer uma das épocas de ocupação do solar. Por isso, optou-se por preservar elementos importantes de cada uma das modificações mais antigas. O restauro do casarão do século 18 custou R$ 2,7 milhões. Ao lado, a Casa Número 1 também foi restaurada e custou R$ 4 milhões. A Casa Número 1 reabrirá no mesmo dia que o solar, com exposição de Guilherme Gaensly, fotógrafo da Cia. City, mais conhecido pelas fotos de postais paulistanos do início do século 20.

O imóvel passará a ser sede da Casa da Imagem, que cuidará do acervo iconográfico paulistano, com cerca de 600 mil fotografias. Essas imagens, digitalizadas, ficarão acessíveis para consulta.

 

 

Casa da Imagem e Solar da Marquesa de Santos