“Kamasurra” brinca com fetiche e pede fim do abuso policial em manifestações
A Copa do Mundo está acontecendo com sucesso dentro de campo. Mas todos os motivos que levaram parte da população a temer sua realização também continuam a acontecer, como remoção de famílias, “limpeza” de moradores de rua, suspeitas de improbidade administrativa e, claro, repressão violenta a manifestações.
Sair na rua para protestar durante a Copa em uma das cidades-sede virou uma cilada. Seja você alguém que quebra uma agência bancária, seja alguém que apenas segura um cartaz contra algum governante, o trato pode ser o mesmo: gás lacrimogêneo, bala de borracha, chave de pescoço e até cadeia.
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Há quem ame ver policiais batendo em manifestantes. E foi atendendo a essa espécie de fetiche que surgiu o Kamasurra, um movimento que mostra o quão espiritual e elástica pode ser a relação entre a pessoa que bate e a que apanha. Trata-se, claro, de uma manifestação artística que usa o bom humor contra o abuso policial em manifestações de rua. A ideia é que as pessoas espalhem as imagens em lambe-lambes pela cidade e a página da campanha explica o passo a passo para fazer isso.








