Créditos: Divulgação / Warner

Participantes de reality show estariam envolvidos em estupro

Depois de ter a produção suspensa por conta de uma denúncia de estupro, o programa norte-americano "Bachelor in Paradise", um spin-off do reality show de namoro "The Bachelor", terá a produção retomada.

O anúncio foi feito pela Warner, que produz a atração, nesta terça-feira, 20, menos de uma semana depois de ter interrompido os trabalhos para investigar suspeitas de abuso sexual.

A empresa concluiu que, revendo todas as gravações feitas, não encontrou nada que caracterizasse conduta inadequada de algum participante. A análise das imagens foi realizada com a ajuda de um escritório de advocacia.

A denúncia foi feita por uma produtora do programa. Segundo relato dela, a participante Corinne Olympios estava muito alcoolizada no primeiro dia de filmagens e não tinha condições de corresponder aos avanços sexuais do candidato DeMario Jackson, quando ambos estavam tomando banho em uma piscina.

Segundo o TMZ, a participante reforçou que não consentiu com o ato sexual, pois estava “apagada” no momento. Corinne afirmou que não se lembra do que aconteceu e que, no dia seguinte, outros colegas de elenco disseram ter informado à produção do programa que estavam preocupados com ela – a equipe, porém, não teria dado ouvidos aos avisos.

“Eu sou uma vítima e passei a última semana tentando entender o que aconteceu no dia 4 de junho. Embora eu tenha pouca memória daquela noite, algo ruim obviamente aconteceu", ela declarou após a divulgação do caso.

De acordo com o acusado, tudo o que aconteceu entre ele e Corinne foi consensual. Segundo DeMario, foi a própria Corinne quem sugeriu que eles fossem para a piscina, onde eles tiraram as roupas e começaram a se tocar. "É lamentável que minha reputação e o meu nome tenham sido assassinados na semana passada com acusações falsas e alegações maliciosas. Vou tomar as medidas legais adequadas”, disse ele.

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