Tem quem não aguente nem ouvir falar em política, ainda mais em meio a esta crise atual... Mas não tem jeito de fugir dela: dependemos _ e muito _ dos nossos representantes em Brasília, nas Assembleias estaduais, nas Câmaras Municipais e nos cargos do Executivo. Quem sabe você possa virar um deles e ajudar a construir um país diferente?

Créditos: Maryanna Oliveira/ Câmara dos Deputados

Plenário da Câmara durante sessão especial de votação da abertura do processo de impeachment de Dilma

Para ser político, não existe formação específica nem curso superior. Pelo contrário: entre os pré-requisitos exigidos para disputar um cargo nas urnas constam exigências básicas, como saber ler e escrever. Mesmo assim, é comum políticos terem formação superior, principalmente bacharelado em direito ou administração.

Mas isso não é regra entre os diplomados. O atual governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), por exemplo, é médico. Já o do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ), é economista. O senador José Serra (PSDB-SP) é engenheiro. E temos casos como o do ex-presidente Lula (PT), que não fez faculdade.

No cenário atual, há representantes com atuação histórica ligada aos movimentos estudantis ou sindicais. Já outros que compõem um clã político e aproveitam a tradição familiar para entrar na vida pública.

Socioeconomia.org listou os critérios legais, relacionados na Constituição Brasileira de 1988, que um indivíduo precisa atender para se tornar um candidato. Confira aqui!

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