Turbinando a magrela: SRD Brasil confecciona acessórios em couro e bem classudos para bikes

São Paulo

Turbinando a magrela: SRD Brasil confecciona acessórios em couro e bem classudos para bikes

Artesanal Design Ciclismo

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Turbinando a magrela: SRD Brasil confecciona acessórios em couro e bem classudos para bikes

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Sua pedalada vai ficar mais estilosa com selins, manoplas, alforjes, mochilas, fitas para guidão, carteiras e outros acessórios feitos à mão pela marca

Publieditorial

Utilidade e design são fatores principais na fórmula criada pela SRD Brasil para produzir acessórios para bicicletas em couro e cheios de charme.

A marca artesanal faz sob encomenda bolsas, mochilas, alforjes, fitas para guidão, selins, manoplas, firma-pés para pedais e outros itens que deixam os apaixonados por esse universo com ainda mais vontade de sair pedalando por toda a parte.

A SRD foi criada em 2013 pelo artesão Zé Mario, que começou sua paixão pelo trabalho com couro depois de reformar a antiga bike do sogro, uma Caloi 10 dos anos de 1970
Crédito: SRD | DivulgaçãoA SRD foi criada em 2013 pelo artesão Zé Mario, que começou sua paixão pelo trabalho com couro depois de reformar a antiga bike do sogro, uma Caloi 10 dos anos de 1970
Catraca Livre e Eisenbahn uniram forças para criar o Guia Artesanal, um roteiro que valoriza um estilo de vida calcado no fazer, com atenção e paixão em cada detalhe.

O ateliê foi criado em 2013, pelo artesão Zé Mario, que começou sua paixão pelo trabalho com couro depois de reformar a antiga bike do sogro, uma Caloi 10 dos anos de 1970, que estava encostada na garagem.

“Na época, eu ainda trabalhava na publicidade, como diretor de criação, e via na internet aquelas bicicletas gringas super bem montadas, com acabamento de couro. Eu pintei a bike do meu sogro de azul, recuperei algumas peças e, quando precisava colocar os acessórios, percebi que não havia marcas nacionais que trabalhassem com isso”, conta o empresário.

O publicitário decidiu, então, procurar pedaços de couro em tapeçarias para revestir o selim. E, depois de algumas tentativas, começou a se encantar pelo trabalho manual. Foi em grupos de ciclistas nas redes sociais que ele descobriu que outras pessoas se interessavam por seus acessórios estilosos.

“No design, tem aquela velha discussão entre forma versus utilidade. Procuro equilibrar as duas coisas, porque peças com função são facilmente encontradas por preços razoavelmente acessíveis, mas itens que sejam tanto estéticamente bonitos como funcionais são bem mais raros no mercado”, explica o artesão sobre a marca.

“Hoje vivemos em um mercado de obsolescência programada muito sério. Às vezes, os clientes mandam para mim um selim com o forro estragado, que custou mais do que uma bicicleta completa. O acabamento em couro prolonga muito a vida desse material”, explica Zé Mario sobre a natureza de seu trabalho artesanal
Crédito: SRD | Divulgação“Hoje vivemos em um mercado de obsolescência programada muito sério. Às vezes, os clientes mandam para mim um selim com o forro estragado, que custou mais do que uma bicicleta completa. O acabamento em couro prolonga muito a vida desse material”, explica Zé Mario sobre a natureza de seu trabalho artesanal

Sob encomenda

Os acessórios feitos pela SRD Brasil utilizam como material o couro, que, além de trazer para as peças todo aquele estilo classudo, garante mais durabilidade e conforto para o ciclista.

“Hoje vivemos em um mercado de obsolescência programada muito sério. Às vezes, os clientes mandam para mim um selim com o forro estragado, que custou mais do que uma bicicleta completa. O acabamento em couro prolonga muito a vida desse material”, acrescenta.

Depois que o couro cru chega ao ateliê, o artesão realiza o processo de tingimento para dar aquele charme no produto, usando sempre tintas à base de álcool ou água.

Os acessórios feitos pela SRD Brasil utilizam como material o couro, que, além de trazer para as peças todo aquele estilo classudo, garante mais durabilidade e conforto para o ciclista
Crédito: SRD | DivulgaçãoOs acessórios feitos pela SRD Brasil utilizam como material o couro, que, além de trazer para as peças todo aquele estilo classudo, garante mais durabilidade e conforto para o ciclista

Então, o material passa pelos processos de corte, aplicação dos moldes na peça, colagem e costura. E, para acabamento, o item ainda ganha um mosaico de perfurações. Tudo isso é feito à mão!

Como a marca não fabrica o próprio material do selim em si – mas sim o revestimento em couro –, compra o assento da bike já pronto de uma empresa taiwanesa, que produz a peça com qualidade e bom custo.

Tempo desacelerado

Toda a produção da SRD Brasil é feita sob encomenda e, por isso, você pode precisar esperar um tiquinho antes de sair pedalando com estilo. Zé Mario conta que o trabalho artesanal precisa equalizar três aspectos bem desafiadores: o tempo de produção, o preço do produto e a qualidade.

De acordo com Zé Mario, o trabalho artesanal precisa equalizar três aspectos bem desafiadores: o tempo de produção, o preço do produto e a qualidade
Crédito: SRD | DivulgaçãoDe acordo com Zé Mario, o trabalho artesanal precisa equalizar três aspectos bem desafiadores: o tempo de produção, o preço do produto e a qualidade

“Sempre que você mexe em uma dessas grandezas, acaba alterando as outras duas. Se quero um produto extremamente bem feito, vou gastar muito mais tempo e, consequentemente, terei um resultado bem mais caro”, comenta.

Ele ainda conta, por exemplo, que um selim demora cerca de duas horas para ficar pronto. Já as peças mais complexas, como alforjes em couro ou a bolsa de guidão podem custar até mais de um dia de trabalho. E é justamente essa espera e o investimento de tempo e qualidade que tornam os produtos artesanais tão especiais!


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