Quanto custa tirar passaporte brasileiro em 2026?

O valor do passaporte pode sair mais caro do que parece

23/01/2026 21:36

Entre quem planeja uma viagem internacional, uma das primeiras dúvidas costuma ser quanto custa tirar passaporte brasileiro em 2026, já que a resposta envolve não apenas a taxa oficial, mas também possíveis despesas extras, como deslocamento, emissão de documentos complementares e eventuais reagendamentos.

Em 2026, a taxa para emissão de passaporte comum permanece em R$ 257,25, conforme a tabela oficial da Polícia Federal
Em 2026, a taxa para emissão de passaporte comum permanece em R$ 257,25, conforme a tabela oficial da Polícia FederalImagem gerada por inteligência artificial

Quanto custa tirar passaporte brasileiro em 2026?

Em 2026, a taxa para emissão de passaporte comum permanece em R$ 257,25, conforme a tabela oficial da Polícia Federal. Esse valor é cobrado por documento solicitado, independentemente da idade do requerente, sendo necessário pagar a GRU antes do agendamento.

Em situações específicas, como perda ou dano recorrente do passaporte anterior, pode ser cobrada uma taxa em dobro, superando R$ 500,00. Também entram na conta custos indiretos, como deslocamento até o posto da Polícia Federal, fotos para outros documentos e uso opcional de despachantes.

Quais são os principais custos para tirar passaporte?

Além da taxa oficial, o processo de emissão de passaporte pode envolver gastos com regularização de documentos civis, como título de eleitor, CPF e certidões. Quem mora em cidades sem posto da Polícia Federal precisa considerar transporte, alimentação e, em alguns casos, hospedagem.

Esses fatores podem fazer o valor total ultrapassar com folga a taxa base. Para ter uma visão clara do orçamento, é útil conhecer os itens que mais costumam impactar o bolso:

  • Taxa de emissão do passaporte: valor oficial cobrado pela União via GRU.
  • Multas eleitorais: caso haja pendências com a Justiça Eleitoral.
  • Atualização de documentos: segunda via de RG, CPF ou certidões.
  • Deslocamento até o posto da Polícia Federal: especialmente para quem mora longe.
  • Serviços opcionais: despachante ou auxílio de agências de viagem.

Como economizar ao tirar o passaporte?

Mesmo com taxa fixa, é possível reduzir os gastos associados ao passaporte com planejamento e organização documental. Manter situação eleitoral, CPF e certidões em dia costuma evitar despesas emergenciais de última hora.

Algumas medidas simples ajudam a concentrar o custo apenas na taxa oficial e minimizar imprevistos financeiros ao longo do processo:

  1. Verificar pendências com antecedência
    Checar multas eleitorais, divergências de dados no CPF e necessidade de segundas vias.
  2. Escolher o posto mais acessível
    Dar preferência a unidades com bom transporte público para reduzir deslocamentos.
  3. Evitar perdas e danos ao passaporte
    Guardar o documento em local seguro para não pagar taxa em dobro.
  4. Dispensar serviços intermediários
    Fazer o pedido diretamente no site da Polícia Federal, sem despachante obrigatório.
Em 2026, a taxa para emissão de passaporte comum permanece em R$ 257,25, conforme a tabela oficial da Polícia Federal
Em 2026, a taxa para emissão de passaporte comum permanece em R$ 257,25, conforme a tabela oficial da Polícia FederalImagem gerada por inteligência artificial

Quais documentos podem influenciar no custo do passaporte?

Os documentos exigidos não geram cobrança direta da Polícia Federal, mas podem representar gasto para quem precisa de segundas vias. Normalmente são solicitados documento de identidade, CPF, título de eleitor com comprovação de quitação e, para homens de 18 a 45 anos, comprovante de quitação com o serviço militar.

Se algum desses documentos estiver desatualizado ou extraviado, podem ser cobradas taxas estaduais ou municipais para reemissão. Apesar do custo adicional inicial, reorganizar a documentação pessoal tende a facilitar processos futuros, como pedidos de visto, concursos públicos e abertura de contas em instituições financeiras internacionais.