Quatro signos terão o maior reset cósmico de 2025
O fim de padrões antigos e o início da sua nova versão
Os movimentos celestes têm sido apontados por astrólogos como um período de virada para alguns signos do zodíaco. Em 2025, Peixes, Gêmeos, Câncer e Capricórnio aparecem com destaque em previsões que falam de encerramento de ciclos, mudanças profundas e forte potencial de recomeço, em sintonia com a simbologia da Fênix e de um “reset cósmico” que inspira uma nova versão de si. Nesse contexto, astrólogos explicam que não se trata apenas de acontecimentos externos, mas também de um processo interno de revisão de padrões, comportamento e modo de enxergar a própria história.

O que significa o renascimento para cada signo
O renascimento na Astrologia costuma estar ligado ao fim de uma fase e ao início de outra, com despedidas, aprendizados e novas escolhas. Para Peixes, Gêmeos, Câncer e Capricórnio, esse processo pode ser especialmente intenso, exigindo desapego, flexibilidade e abertura ao desconhecido.
De forma geral, esse renascimento envolve atualizar o “sistema operacional emocional” para uma versão mais leve e consciente. Entre os principais focos desse momento, astrólogos costumam destacar atitudes práticas de mudança no dia a dia:
| ✨ Energia | Significado |
|---|---|
| Encerramentos | Reconhecer o que já não faz sentido na rotina ou nos relacionamentos. |
| Revisão interna | Rever crenças limitantes e padrões que se repetem ao longo dos anos. |
| Abertura | Abrir espaço para novas experiências, vínculos e projetos. |
| Protagonismo | Assumir maior responsabilidade pelas próprias escolhas. |
Como ocorre o renascimento em Peixes
Para Peixes, signo associado à sensibilidade e à empatia, o renascimento costuma passar pela esfera emocional. Astrólogos apontam que os nativos podem ser levados a identificar memórias antigas, mágoas e hábitos que ainda pesam, encerrando ciclos ligados a relações desgastadas, ilusões ou autossabotagem.
Nessa fase, a nova postura pisciana tende a ser mais madura, prática e seletiva nas relações. A intuição ganha um “upgrade”, favorecendo vínculos saudáveis, objetivos mais claros e coragem para manifestar sonhos na vida real, com menos fuga e mais responsabilidade.
Como Gêmeos, Câncer e Capricórnio vivem esse renascimento
No caso de Gêmeos, o renascimento está ligado à forma de se relacionar com o entorno e às redes de apoio. Geminianos são convidados a confiar mais em amizades e parcerias, dividir responsabilidades e aceitar ajuda, como se mudassem de feed: novas conversas, grupos e conexões que elevam a vibração.
Câncer, ligado à proteção emocional e ao passado, tende a adotar postura mais firme diante da própria história, saindo dos bastidores para defender o que considera importante. Já Capricórnio é estimulado a experimentar caminhos novos e redefinir sucesso, trabalho e prazer, com mais propósito e menos foco apenas em obrigações.

Como a Superlua e os ciclos lunares impactam os signos
Previsões recentes relacionam esse cenário de mudanças à influência de uma Superlua, especialmente a última do ano, quando emoções ficam mais visíveis e decisões adiadas tendem a vir à tona. Para Peixes, Gêmeos, Câncer e Capricórnio, o período pode marcar encerramentos e recomeços, como uma grande virada de temporada na série da vida.
Na Astrologia, ciclos lunares são usados como referência simbólica para iniciar ou concluir processos. Eles ajudam a observar reações emocionais, ajustar hábitos cotidianos e perceber quando é hora de soltar ou investir em algo novo, favorecendo maior consciência sobre escolhas.
Quais signos são mais afetados pela Superlua
Segundo o astrólogo, todos os signos sentem, em algum nível, a pressão simbólica dessa configuração, mas de modos diferentes. Áries e Libra aparecem como os mais influenciados diretamente, enquanto Câncer e Capricórnio são mais desafiados nos conflitos interpessoais e na necessidade de maturidade.
Gêmeos, Leão, Sagitário e Aquário tendem a ser mais beneficiados, com impulsos de mudança favorecidos. Já Touro, Virgem, Escorpião e Peixes podem perceber o momento mais como dificuldade de integração do que como conflito direto, sendo convidados a criar atitudes novas a partir do “zero”.