Regência de Áries: entenda como Marte governa a energia e o impulso do signo

Por EdiCase
12/03/2026 14:30

Na astrologia, o planeta regente é aquele que governa a energia principal de um signo, influenciando suas características, valores, motivações e a forma como a pessoa tende a agir no mundo. Cada nativo do zodíaco possui um astro associado que simboliza a maneira como sua energia se manifesta na vida cotidiana. No caso de Áries, o planeta regente é Marte.

“A regência de Marte sobre Áries é um dos fundamentos mais antigos da astrologia e se baseia na perfeita simetria entre a natureza do planeta e o simbolismo do signo. Áries é o primeiro signo do zodíaco, representando o nascimento e a força vital que rompe a semente para emergir da terra. Marte, por sua vez, é o princípio da ação e da sobrevivência, fornecendo o combustível necessário para esse início de vida”, explica a astróloga Thaís Mariano.  

Complemento perfeito entre Marte e Áries 

Áries é um signo de Fogo, que inicia ciclos e que possui uma natureza masculina. Marte, por sua vez, governa o ferro, o sangue e o calor. Segundo Thaís Mariano, o planeta é um canal para o signo expressar a sua força com coragem e prontidão.  

Além disso, há a função biológica e psicológica de ambos. Áries rege a cabeça, enquanto Marte representa o impulso que nos faz projetar os pensamentos para frente. Logo, conforme a astróloga, sem a regência do planeta, o signo não teria força suficiente para lutar.  

A associação de Marte com o deus da guerra reforça a imagem de coragem, confronto e disposição de Áries (Imagem: Vadim Sadovski | Shutterstock)
A associação de Marte com o deus da guerra reforça a imagem de coragem, confronto e disposição de Áries (Imagem: Vadim Sadovski | Shutterstock)

Marte e Áries na mitologia 

Na mitologia grega, Marte é representado por Ares, o deus da guerra, que não teme o combate. Portanto, Áries, sendo o signo do pioneirismo, identifica-se com essa divindade.  

“Marte rege Áries porque eles compartilham a mesma essência: a vontade de existir de forma independente e a coragem de ser o primeiro a enfrentar o desconhecido, transformando o impulso instintivo em realidade concreta”, finaliza Thaís Mariano.