O cinema de Dorival Coutinho

Ator, roteirista, assistente de direção, produtor e diretor. Esses são alguns dos papéis de Dorival Coutinho, o Príncipe da Boca, no cinema nacional. Estreou como ator, em 1970, no filme Eu compro essa virgem, dirigido por Roberto Mauro. Em 1980, estreou como roteirista, assistente de direção e produtor do filme Casais proibidos. Em 1981, ele realiza O castelo das taras, uma adaptação de Justine, texto clássico do Marquês de Sade, que teve mais de 4 milhões de espectadores. Conflitos existenciais e erotismo convivem simultaneamente em sua obra cinematográfica. Foi fundador da primeira escola de atores pornôs do Brasil e escreveu o livro A bíblia do sexo sagrado.

Confira a programação:

Mulher Natureza
(São Paulo, 1983, 84 min).
Direção: Dorival Coutinho. Com Márcio Prado, Cristina Moura, Malú Braga e outros.
Rapaz solteiro tem sonhos com diversas mulheres: uma deusa da floresta, uma vizinha provocante e uma mulher que ama verdadeiramente. Após a exibição, o cineasta participa de um bate-papo com o tema Em busca do paraíso perdido.
Data: Dia 7

O castelo das taras
(São Paulo, 1982, 90 min).
Direção: Julius Belvedere. Com Esmeralda Barros, Dorival Coutinho, Margareth Souto e outros.
Uma professora de parapsicologia conduz suas alunas até o castelo de um pastor protestante que é a reencarnação do Marquês de Sade. Devido ao uso de drogas, as jovens aceitam se submeter às taras dele, até que outro pastor protestante as liberta. Após a exibição, o cineasta participa de um bate-papo com o tema O sagrado e o profano.
Data: Dia 14

Ps: Indicado para maiores de 18 anos.

Redação

Por Redação

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